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“Reflexões de uma vida doce-amarga”

segunda-feira, 20 de março 2017

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O autor Luiz Carlos Holanda Valente esteve visitando o jornal O Estado onde relatou suas experiências de vida e alguns detalhes do seu livro “Reflexões de uma Vida Doce-Amarga – Antes, Durante e Depois da Análise Pessoal” que estará à venda no início do mês de abril.
Luiz Carlos Holanda Valente, nasceu em 1943, na capital cearense. É médico, formado ela Faculdade de Medicina da UFC, na turma de 1966. É também mestre em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, psicoterapeuta de orientação psicanalítica (individual e de grupo), coordenador de grupos operativos e ex-diretor de dois hospitais públicos: Hospital de Saúde Mental de Messejana e o Instituto Philippe Pinel (Rio de Janeiro). Também foi analisado por aproximadamente 19 anos consecutivos, or um dos analistas didatas a ele recomendados, em abril de 1976, pelo Instituto da Sociedade Brasileira de Psicanalise do Rio de Janeiro.
Desde o final de sua adolescência, ele tem tentado expressar seus sentimentos, conflitos e reflexões, diante de problemas e dificuldades existenciais, através de alguns versos ou pequenas poesias. Isso tem sido feito aleatoriamente, como um hobby, praticado sem regularidade, com pouca frequência e motivado por razões não identificadas, até mesmo inconscientes.
Nesta obra, o autor apresenta uma seleção das poesias mais interessantes que concebeu, entre 1962 e 2015, em três períodos subsequentes. Foram os que ocorreram antes, durante e depois de um dos períodos mais importantes de sua vida, que foi o período de sua análise pessoal. O que ele espera é que suas poesias sejam também do agrado dos leitores e que essas poesias possam se constituir em ajuda, bastante significativa para aqueles que desejem compreender melhor os problemas, dificuldades e conflitos emocionais que costumam ocorrer no mais complexo dos relacionamentos: o amor.
O prefácio é assinado pela poetisa e escritora Fernanda Benevides, que, com propriedade, apresenta a obra citando alguns dos poemas. Entre os destaques, ela cita os versos do poema “Naquele Tango” definindo-o como muito sensuais: “Contigo naquele libertango, / vivi um sonho maravilhoso. / Vi um sabiá triste cantando / em tua mão, e todo fogoso!”.

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