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SHOW – Bate-papo e apresentação musical com Luiz Melodia

quarta-feira, 05 de outubro 2011

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Melodia e voz não faltam na Série Depoimentos da sexta-feira (07/10), às 20h, no anfiteatro do Centro Dragão do Mar. O evento traz o cantor e compositor Luiz Melodia, que mostra sua irresistível combinação de música e vida durante show e bate-papo em Fortaleza. Abrindo a quinta edição da Série, a jovem cantora cearense Lorena Nunes, acompanhada de George Anderson no violão, Igor Ribeiro na percussão e o bandolinista, Makito Viera.

Dono de uma voz poderosa e de uma personalidade marcante, Luiz Melodia tem influências da MPB, rock, blues, soul e samba, tornando palcos e plateias mais vibrantes com suas interpretações e composições. Filho do sambista e compositor Oswaldo Melodia, de quem herdou o nome artístico e a paixão pela música, Melodia nasceu no Rio de Janeiro, no dia 7 de Janeiro de 1951. Começou sua carreira musical em 1963, ao mesmo tempo em que trabalhava como tipógrafo, vendedor, caixeiro e músico em bares noturnos. Em 1964, forma o conjunto musical Os Instantâneos e, em 1973, lança Pérola Negra, seu primeiro LP.

A carreira é consolidada no disco seguinte, “Maravilhas Contemporâneas” (1976), popularizado pela canção “Mico de Circo” (1978). Com o reconhecimento do público, e tendo adquirido seu lugar no cenário da MPB, Luiz Melodia lança “Nós” em 1980, incluindo “Codinome Beija-flor”. No disco “Relíquias” (1995), uma releitura com novos arranjos para sucessos como “Ébano” e “Sub-anormal”, além do emocionante “Acústico – Ao Vivo” (1999), onde o cantor Melodia passeia por sua obra. Em 2007, Luiz Melodia lança o álbum “Estação Melodia”, que reúne sambas dos anos 30, 40 e 50. Hoje, tendo como base seu violão e o de Renato Piau, Melodia reafirma seu estilo inquieto e inconfundível.

Lorena Nunes, cantora que abre a Série Depoimentos nesta quinta edição, divide com o público sua intensidade como intérprete, gerando entusiasmo na nova geração da música cearense. Ela apresenta seu novo projeto “Ai de mim”, um misto de canções de autores cearenses como Rodger Rogério, Fernando Rosa e Tarcísio Sardinha, além de releituras de grandes compositores como João Gilberto, Guinga e Chico Buarque, entre outros. A canção de autoria de Tom Drummond dá nome ao espetáculo e convida a um passeio pelos conflitos de amor típicos do universo feminino.

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