domingo, 15 de setembro de 2019.
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Ceará, 13º Estado em acidente de trabalho

EDITORIAL

quinta-feira, 25 de abril 2019

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Quem já teve a oportunidade de ir a um hospital público em alguns países da Europa fica impressionado, não deixa a desejar em relação a nenhum um hospital particular. Como também as clínicas de atendimento de consultas pela saúde pública. Na Itália existe o médico da família que acompanha o paciente desde de quando ele nasceu. Fila de espera para ao atendimento não há. Além do atendimento exemplar os remédios para doenças como diabetes, pressão alta, colesterol, câncer, coração são todos distribuídos gratuitamente. Mesmo também aqueles de doenças raras com remédios de alto custo. O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Doenças Raras da OAB Ceará, Alexandre Costa, em matéria na página 05, afirma que o brasileiro tem que lutar pelos seus direitos na justiça. Informa ainda que são poucas as doenças que possuem algum tipo de associação para dar suporte e orientações aos pacientes ou familiares, que encontram muitas dificuldades na busca de suas garantias.

O massacre em uma escola da rede estadual em Suzano, São Paulo, chocou o Brasil, no mês passado. Segundo as investigações, jogos de vídeo game e fóruns de ódio na dark web, teriam influenciado o crime. Baseado na suspeita de que os dois criminosos teriam se motivado nos jogos de vídeo game, o deputado Júnior Bozzella (PSL-SP), apresentou, na Câmara dos Deputados, um projeto de lei que pretende criminalizar o desenvolvimento e a venda de jogos considerados violentos no Brasil. O presidente da Comissão Nacional de Estudos dos Cibercrimes da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRACRIM), Luiz Augusto D’Urso, em matéria na página 05, considera que este projeto de lei é um verdadeiro retrocesso. “A criminalização ou a proibição dos jogos violentos no Brasil seria um retrocesso faraônico, uma vez que o mercado mundial de games está em franca expansão, e esta lei traria enormes prejuízos para nossa economia.

Em entrevista na página 03, Vasconcelos Junior, procurador chefe do Ministério do Trabalho no Ceará, informa que de 2012 a 2017, o Ceará registrou, em média, aproximadamente 8.769 acidentes por ano. O equivalente a 24 acidentes por dia e um acidente por hora. Fortaleza concentra a maior parte dos acidentes, com 50% dos registros no Estado.

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