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Briga de gangues aumenta índice de homicídio no Ceará

quinta-feira, 28 de Janeiro 2016

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A segurança pública é o segundo problema que mais aflige a população cearense. O crime organizado é uma das principais ameaças à segurança. O tráfico de drogas, de pessoas, assaltos a bancos e clonagens de cartão de crédito são formados por quadrilhas constituídas dos mais poderosos equipamentos de armas e munições. A disputa pelo controle do tráfico, nas comunidades, aumenta o índice de homicídios do Ceará, alerta o novo procurador-chefe do Ministério Público Federal (MPF), Samuel Arruda em entrevista na página 03. “As quadrilhas estão cada vez mais organizadas e sofisticadas. A disputa pelo controle do tráfico aumenta o índice de homicídio no Ceará”. Em todo o Brasil, o Ministério Público Federal (MPF) tem levantado campanha para recolher assinaturas de brasileiros que sofrem com os descasos provocados pela corrupção e o crime organizado. O objetivo é pressionar o Congresso Nacional a aprovar projeto de lei de iniciativa popular que contém dez medidas contra a corrupção.

As plataformas digitais estão sendo aliadas da Justiça para investigações durante julgamento de processos. Textos e fotos publicadas no Facebook, Instagram, Twitter e WhatsApp podem ser utilizados como provas perante a Justiça. O advogado André Peixoto, em matéria na página 07, explica que há uma predisposição já há algum tempo no judiciário brasileiro e ganha mais vigor à medida que novos usuários utilizam as redes para compartilhar momentos de suas vidas. “Muitas pessoas que têm dívidas, de trabalho ou de família, em maioria, alegam não poder pagar por falta de dinheiro, mas nas redes sociais, as postagens são de viagens ou festas. O que muitos não sabem é que a ostentação na rede pode ser a prova que a Justiça precisa para que o obrigue a cumprir suas responsabilidades, explicou o advogado.
Erro médico está se tornando algo comum em nossos hospitais. Segundo explica o advogado e médico do Instituto Dr. José Frota, Mauro Gifoni, todo erro de um profissional de saúde repercute em ação de responsabilidade civil, devendo-se provar em processo a existência de um ilícito ético. “O profissional de saúde, em tese, só vai ser responsabilizado se provocar um dano ao paciente e se esse dano for caracterizado por um ato de negligência, imperícia ou imprudência. Nessas três modalidades, tem que estar implícito o ilícito ético”, adverte Mauro.

Editorial

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