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Agenda verde

terça-feira, 07 de março 2017

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08 de Março
Dia Internacional da Mulher
A mulher é celebrada dia 8 de março. A data é uma referência às 130 operárias que neste dia, no ano de 1857, morreram carbonizadas. As tecelãs ocuparam uma fábrica de tecidos, nos Estados Unidos, em protesto por melhores condições de trabalho: redução da carga horária diária, equiparação salarial com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com violência e as mulheres foram trancadas dentro da plataforma fabril que foi incendiada.
No ano de 1910 ficou decidido que 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”. Mas, à medida que o movimento feminista internacional começou a ganhar força na década de 70, a Assembleia Geral da ONU declarou 1975 como o Ano Internacional das Mulheres e organizou a primeira Conferência Mundial sobre as Mulheres, na Cidade do México. A ONU, no impulso da cimeira, declarou a década de 1976 a 1985, como a da mulher.

12 de Março
Dia da Biblioteca e do Bibliotecário

“Desde 1958, no Brasil, comemora-se o Dia do Bibliotecário em 12 de março. A data é uma menção ao nascimento do publicitário, escritor e poeta pernambucano, Manuel Bastos Tigre, que exerceu a função de bibliotecário por 40 anos, sendo considerado o primeiro bibliotecário por concurso do País. A data foi regulamentada pelo Decreto 84.631 de 12 de abril de 1980.
O bibliotecário é o profissional que está apto para interpretar o que um usuário de biblioteca precisa. Ele é um facilitador da pesquisa, leitura e informação.

13 de Março
Dia Mundial de Luta dos Atingidos por Barragens

Surgida no final da década de 1970, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) é uma iniciativa popular brasileira, que nasceu a partir das mobilizações de agricultores nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, contra a construção de usinas hidroelétricas na região do Alto Araguaia.
O objetivo do MAB é mobilizar e organizar os atingidos pela construção de barragens para a defesa de seus direitos e evitar que comunidades sejam afetadas, como aconteceu com aquelas afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, há dezesseis meses, considerado o maior crime ambiental do Brasil, ainda sem solução. O empreendimento é de propriedade das empresas Samarco/Vale/BHP.

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