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Conta de luz não terá aumento adicional, térmicas não serão acionadas

terça-feira, 07 de novembro 2017

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O Governo decidiu manter desligadas as usinas termelétricas mais caras do País, cujo custo está acima do custo marginal de operação (CMO) – sigla que expressa o valor de adicionar cada megawatt (MW) ao sistema. Isso significa que o Governo não aprovou o despacho fora da ordem de mérito. A informação consta da nota divulgada dia 10, pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

“A segurança do suprimento eletroenergético está garantida em todo o território nacional”, reiterou o CMSE, ressaltando que a previsão é de “manutenção do elevado custo associado à geração”. O órgão tem realizado reuniões semanais para avaliar as condições de abastecimento de energia no País. A próxima está marcada para o dia 9 de novembro.

Ainda na nota, o CMSE informou que risco de faltar energia no ano que vem é de 2,8% nas regiões Sudeste e Centro/Oeste e de 0,1% no Nordeste. O Governo voltou a destacar a adoção de medidas para elevar a segurança do sistema, como importação de energia da Argentina, fornecimento de combustível para térmicas disponíveis e sem contratos, e a flexibilização de restrições de algumas hidrelétricas para preservar água nas cabeceiras das bacias dos rios Grande e Paranaíba.

Nordeste
Com a continuidade da seca na região Nordeste, as usinas hidrelétricas de Xingó e Sobradinho reduziram a vazão a metros cúbicos por segundo. Para Três Marias, a defluência foi reduzida a 248 metros cúbicos por segundo. A expectativa é que os reservatórios atinjam 7% em Três Marias e 0,6% em Sobradinho no fim deste mês.

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