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Cooperação em Prol da sustentabilidade

terça-feira, 10 de outubro 2017

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A economia solidária é definida como um conjunto de atividades econômicas baseadas na autogestão cooperativa, com a igualdade como base, onde todos os indivíduos são integrados e trabalham em prol do bem coletivo. Ou seja, é um modelo que prioriza o ser humano, e não o capital.
Os quatro princípios que norteiam a economia solidária são a cooperação, autogestão, ação econômica e solidariedade. Exemplos de empreendimentos são os grupos de produtores; cooperativas de agricultura familiar; cooperativas de coleta e reciclagem; empresas recuperadas assumidas pelos trabalhadores; redes de produção, comercialização e consumo; bancos comunitários e cooperativas de crédito.

O exemplo da Cooperativa de Catadores Autônomos de Materiais Recicláveis da Vila Esperança, em São Paulo, fundada por 40 pessoas, é o exemplo de negócio sustentável após prefeitura ter fechado o lixão da cidade. Atualmente, possui 90 cooperados, e os mesmos conseguem ter uma renda média mensal de R$ 1,5 mil.

Crescimento
O movimento de economia solidária vem crescendo e isso, se deve à persistente desigualdade social existente no país, com agravantes do desemprego urbano, desocupação rural, entre outros problemas atuais. Os empreendimentos baseados na economia solidária surgem como uma iniciativa espontânea da comunidade de buscar a sobrevivência, através de novas formas de produção, distribuição, venda e consumo.

Vale destacar que esse modelo está contribuindo fortemente para a geração de renda. Estima-se que a economia solidária gera renda para mais de 2 milhões de brasileiros. Segundo dados da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), existem em torno de 30.829 empreendimentos econômicos solidários no Brasil, que juntos chegaram a faturar 0,33% do PIB do país em 2010 – que foi de R$ 3,7 trilhões. A economia solidária tem papel fundamental no desenvolvimento econômico e sustentável do país, visto que consegue através da autogestão gerar renda e inclusão social para milhões de brasileiros.

Comitê Gestor do Fundo Clima divulga novas regras

Estão disponíveis as novas regras para apresentação de projetos ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, o Fundo Clima. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou página virtual www.mma.gov.br/clima/fundo-nacional-sobre-mudanca-do-clima/projetos em que detalha os critérios para submissão de projetos, definidos na última reunião do Comitê Gestor do Fundo. A próxima reunião será realizada em 27 de outubro e definirá questões como recursos e andamento de projetos.
Vinculado ao MMA, o Fundo financia ações voltadas para a mitigação e adaptação à mudança do clima e elege propostas por meio de duas modalidades. Por demanda dirigida, são analisadas as propostas enviadas espontaneamente ao Fundo. Já as de livre concorrência são selecionadas por chamamento público com editais.
A modalidade de livre concorrência será priorizada. Para essa categoria, poderão ser estabelecidas parcerias com outros órgãos públicos para a elaboração das chamadas públicas por meio das quais os projetos serão contratados. O Comitê Gestor fixará o percentual de recursos que será destinado para cada uma das modalidades de submissão com frequência anual.

Fevereiro
Por demanda dirigida, as propostas devem ser apresentadas até o fim do mês de fevereiro do ano para o qual será solicitado o apoio e seguir o formato de projeto indicado pelo Fundo Clima.
Os projetos devem apresentar objeto com financiamento de atividades que se inicie naquele ano, além de informar outras fontes de financiamento em complemento àquele a ser solicitado ao Fundo. As propostas serão analisadas pelo Comitê Gestor.

Por Gabriel Pires *
*Consultor da área de Responsabilidade Social, Dialogus Consultoria.

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