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BB lança R$ 6,6 bilhões para o setor industrial

sexta-feira, 21 de abril 2017

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Foi assinado, na tarde de ontem, no Palácio da Abolição, o Termo de Cooperação Técnica (TCT) entre o Governo do Ceará, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) e o Banco do Brasil (BB), liberando R$ 6,6 bilhões em linhas de crédito. Tais recursos estarão disponíveis para o setor industrial, beneficiando empresas que irão se instalar ou ampliar suas áreas fabris no Estado. “Nesse momento difícil que o País enfrenta é preciso buscar, com muita criatividade, parcerias para a retomada do crescimento. Temos uma agência que atende empresas que querem se instalar no Ceará, para a geração de empregos. Com esse termo, elas têm a garantia dos recursos, financiamento com mais agilidade e menos burocracia”, disse o governador Camilo Santana.

O banco vai atuar como agente nos investimentos de empresas amparadas pelos programas de incentivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e suas vinculadas. O superintendente do BB no Ceará, Clóvis de Castro Júnior, explica que o acordo vai além da liberação dos créditos às indústrias. “Esse valor de R$ 6,6 bilhões está disponível para cada empresa. Ou seja, de acordo com o projeto, o plano de investimento e a perspectiva de mercado que ela quer buscar, é possível que esse valor seja aumentado. O teto é ilimitado”.

Incentivando
Atualmente, cerca de 420 empresas são atendidas pelos programas de incentivo da SDE e vinculadas. O Governo do Ceará vai selecionar e indicar empresas com perfil para apresentar propostas de investimento, visando proporcionar maior agilidade no atendimento nos processos. O titular da SDE, César Ribeiro, disse que esse TCT vem em um momento bastante oportuno. “Essa semana saiu a notícia do aumento do PIB do Ceará, maior até do que o do País, num acumulado de mais de 2% nos primeiros meses do ano. Isso aquece a economia. Fatores como a assinatura do memorando de entendimento com o Porto de Roterdã, a Fraport vindo administrar o Aeroporto de Fortaleza, o Polo da Saúde no Eusébio, a ZPE, a Companhia Siderúrgica do Pecém. Com essa parceria, cria-se um movimento muito grande e condições para empresas se planejarem, terem acesso aos créditos, pois o financiamento é uma das principais dificuldades”.

Já a Fiec vai realizar a divulgação do termo e a mobilização das empresas, por meio de seus sindicatos filiados, para o estímulo e apoio de atividades exportadoras dos diversos setores industriais do Estado. O presidente da entidade, Beto Studart, destacou o empenho do Governo do Ceará em manter parcerias com as instituições não governamentais em busca de avanços para o Estado. “O que seria do Brasil se não fosse a agricultura bem desenvolvida? Se não fosse o Banco do Brasil, ela não teria esse espaço global que tem hoje. Nós, empresários, estamos juntos com o governador, focados no desenvolvimento do Estado do Ceará. É animador para mim, que acompanho o dia a dia dos nossos companheiros. E esse bom ambiente o Camilo vem conseguindo na base do diálogo, atraindo infraestrutura do exterior. É um momento especial e sei que vamos fazer a diferença daqui pra frente”, completou Studart.

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