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Ceará vai receber R$ 2 bi em crédito do BNB

quinta-feira, 20 de abril 2017

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Cerca de R$ 2 bilhões deverão ser investidos no Ceará, em operação de parcerias público-privadas (PPPs), para obras estruturantes. Esse valor, entretanto, não é limitador pois, em havendo necessidades extras, o banco pode redirecionar um maior volume de recursos para atender à demanda do Estado. Essa definição ocorreu, ontem, durante o I Fórum BNB de Infraestrutura que reuniu os principais agentes do mercado e gestores públicos da Região Nordeste na sede do Banco do Nordeste, em Fortaleza. O evento, que foi conduzido pelo presidente da instituição, Marcos Holanda, apresentou o FNE Infraestrutura – linha de crédito que dispõe, este ano, de R$ 11,4 bilhões para investir em obras estruturantes em toda a área de atuação do banco (Região Nordeste, além do Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo).

Na oportunidade, Marcos Holanda realizou um discurso direcionado para a importância da linha, voltada para investimentos privados, por meio do financiamento de empresas engajadas em parcerias público-privadas (PPPs) e concessões. “Ampliar e melhorar a infraestrutura dos Estados nordestinos repercute positivamente, tanto no âmbito privado quanto no social. Portanto, destinar parte da programação do FNE 2017 para este fim, representa a consolidação do papel do Banco do Nordeste como instituição que atua pelo desenvolvimento regional”, disse.

A programação teve continuidade com apresentações da assessora da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimento (SPPI), Vanialúcia Lins Souto; do chefe do Departamento Regional Nordeste do BNDES, Fernando Castilhos; e do economista-chefe do BNB, Luiz Esteves. Este último mediou o painel “Desafios e oportunidades para o financiamento da infraestrutura do Nordeste”, que contou com falas do superintendente de Negócios de Atacado e Governo do BNB, Helton Chagas; do presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Tang, e do presidente da Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A. (Embasa), Rogério Cedraz. Isso porque a região é uma das que possui maiores demandas no setor de infraestrutura e o Ceará deve ser fortemente impactado pela concessão do Aeroporto Internacional Pinto Martins ao grupo alemão Fraport AG, bem como a expansão da ZPE-Ceará.

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