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Empregados da Eletrobras suspendem greve de 72 horas

terça-feira, 12 de junho 2018

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Após decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) limitando a greve de 72 horas iniciada na segunda (11), os empregados da Eletrobras decidiram nesta terça (12) suspender o movimento. Eles avaliam, porém, nova paralisação a partir do dia 25.

Na segunda, o TST autorizou a mobilização dos trabalhadores, mas determinou que fosse permitido o acesso aos locais de trabalho de pelo menos 75% da força de trabalho de cada área da companhia. No primeiro dia, segundo os sindicatos, a adesão havia sido de 85%.

A greve segue a paralisação feita no fim do mês passado pelos empregados da Petrobras. Em ambos os casos, os sindicatos protestam contra venda de ativos e privatização e pediam a saída dos presidentes das estatais, Pedro Parente e Wilson Ferreira Jr.

Divulgação

Também nos dois casos, a mobilização foi interrompida antes do prazo previsto por questões judiciais -alegando que a motivação era puramente política, o TST determinou o fim da greve dos petroleiros.
Parente acabou saindo no dia 1º de maio, por causa da pressão contra a política de preços dos combustíveis da estatal. Foi substituído por Ivan Monteiro, o diretor financeiro da companhia, que sinalizou continuidade no esforço para reduzir o endividamento.

Em assembleia na segunda, os empregados da Eletrobras aprovaram indicativo de greve por tempo indeterminado a partir do dia 25. Diferentemente dos petroleiros, têm na pauta o reajuste salarial -na assembleia, a proposta da empresa, de 1,18%, foi rejeitada.

Os petroleiros discutem paralisação por tempo indeterminado nesta terça, em reunião de seu conselho deliberativo da FUP (Federação Única dos Petroleiros) em Curitiba.

“A entrega do comando da Petrobras, braço direito de Parente e um dos principais articuladores das privatizações e dos desinvestimentos, reforça a necessidade de ampliação da resistência”, disse a entidade.

Fonte: Folhapress

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