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Exportações do CE registram expansão de 15,3% em janeiro

sexta-feira, 09 de Fevereiro 2018

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O total das exportações cearenses no primeiro mês deste ano atingiu a marca dos US$ 180,5 milhões, valor representa um crescimento de 15,3% quando comparado ao registrado no mesmo mês do ano passado. Já em dezembro de 2017 o valor exportado chegou a US$ 231,4 milhões. Do lado das importações, o primeiro mês de 2018 totalizou US$ 194,8 milhões, expressiva elevação em relação a dezembro de 2017 quando foi importado US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período do ano anterior, houve decréscimo de 4,1%. Vale ressaltar que as compras externas cearenses vinham registrando retração durante os últimos três meses de 2017.

O comportamento da balança comercial do Estado, janeiro de 2018 alcançou a marca de melhor mês para o período, desde o início da série histórica, no ano 2000. Por sua vez, as importações registraram o segundo menor valor registrado no mesmo período, ficando à frente apenas de 2016. Como resultado de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o mês com déficit de US$ 14,3 milhões. Apesar do resultado, foi o melhor desempenho para o período no comparativo dos últimos cinco anos. Os dados são do documento Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

Impulso
De acordo com a gerente do CIN, o bom desempenho das exportações cearenses foram impulsionadas pelos embarques das placas de aço produzidas pela Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), através do Porto do Pecém. “Vale salientar que o setor siderúrgico já representa mais de 52% da nossa pauta de exportações. Mas já tínhamos outros segmentos também fortes nas vendas externas, como castanha de caju, cera de carnaúba, fruta e calçados. Aliás, neste último segmento, o Ceará é o primeiro exportador do País, em pares, e o segundo colocado em valor, atrás apenas do Rio Grande do Sul”, afirmou Karina Frota.
Ela lembrou, ainda, que o desempenho dos segmentos de frutas e castanha de caju está crescendo nos últimos meses, assim como a exportação de bebidas. “Se as chuvas vierem, os diversos produtos que dependem de água para se desenvolver, deverão ter uma expansão significativa, em especial as melancias e melões. No segmento bebidas, a água de coco e os sucos de frutas também possuem volumes exportados expressivos, perdendo apenas para São Paulo e Paraná”, completou Karina.

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