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Reforma da Previdência fica fora das metas dos 100 primeiros dias de governo

Em documento distribuído nesta quarta pela Casa Civil, constam cinco ações que devem ser adotadas pela pasta até meados de abril.

quarta-feira, 23 de janeiro 2019

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O governo do presidente Jair Bolsonaro deixou de fora das metas de 100 primeiros dias do governo a reforma da Previdência, medida considerada crucial para o ajuste das contas públicas.

UOL

Em documento distribuído nesta quarta-feira (23) pela Casa Civil, constam cinco ações que devem ser adotadas pela pasta até meados de abril.

A primeira medida listada pelo ministério comandado por Paulo Guedes é a Medida Provisória de combate à fraude do INSS, assinada na semana passada por Bolsonaro.

Com o texto, o governo espera economizar R$ 9,8 bilhões em 2019 e que a economia em 2020 sera próxima de R$ 20 bilhões, segundo o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Nas propostas feitas por Guedes há ainda o objetivo de redução do tamanho do estado, com o corte de R$ 21 mil cargos comissionados.

“Todas essas metas são tentativas, nós vamos lutar internamente para fazer essas reduções dentro dos primeiros 100 dias. [Elas] têm um grande beneficiário, o cidadão e a cidadã na ponta”, disse Onyx ao apresentar o documento.

Ainda na área econômica, o governo prevê intensificar o processo de inserção econômica internacional do país.

“Promover a inserção comercial do Brasil a partir de estratégia de medidas de facilitação de comércio, convergência regulatória, negociação de acordos comerciais e reforma da estrutura tarifária internacional”, diz o texto.

O documento não fala, por exemplo, sobre com quais países o governo pretende intensificar os negócios.
Guedes colocou como metas ainda a adoção de medidas de eficiência administrativa para autorizar novos concursos públicos.

O ministro da Economia pretende ainda abrir dados do Sine (Sistema Nacional de Emprego), como antecipou a Folha de S.Paulo.

O governo Jair Bolsonaro quer ampliar o acesso de empresas a milhares de currículos de pessoas desempregadas que estão no Sine.

A ideia foi batizada de “Open Sine” no Ministério da Economia e tem como objetivo abrir os dados dos trabalhadores, de maneira voluntária, com o objetivo de aumentar a chance de pareamento entre vagas e potenciais empregados.

Publicado por Isadora Santos
isadora@oestadoce.com.br
Fonte: Folha Press

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