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Camila Pitanga comenta assédio e aborto: “Ser mulher é ato de resistência”

quarta-feira, 22 de novembro 2017

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Atriz, diretora e militante pela ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga não esconde sua posição em relação ao feminismo, assédios e aborto. Em entrevista ao jornal baiano “Correio”, a artista disse que “Ser mulher é um ato de resistência, ser mulher negra no Brasil é uma luta diária maior ainda”.

Reprodução

“Eu, como mulher negra privilegiada, me comprometo diariamente com essa união e sinto que esse é um momento que cresce, toma corpo e me faz acreditar em um futuro melhor para todas nós”, disse a atriz. Sobre a PEC 181, que veta o aborto mesmo em caso de estupro e gestação de anencéfalos, Camila é enfática em sua posição contra as regras que tramitam no Congresso.

“Não consigo entender a falta de solidariedade com mulheres que foram estupradas ou correm risco de vida”, afirma. “É um assunto sério, extenso, delicado e sensível sobre autonomia do corpo e que não pode ser decidido por uma ‘canetada’ de homens”.

Em outro debate recente, o assédio, a atriz também é enfática. “Acho fundamental romper o silêncio”, diz Camila, que cita o relato de colegas, como Su Tonani – que acusou o ator José Mayer de assédio no começo deste ano.

Camila participa do projeto Mulher com a Palavra, a partir desta quinta, em Salvador.

Fonte: UOL

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