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Dia Mundial do Doador de Sangue: seu pet também pode salvar a vida de outros animais

terça-feira, 12 de junho 2018

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Doar sangue sempre foi uma ação com muitos preconceitos. No mundo Pet não é diferente, já que os donos de animais desconhecem a causa e possuem receios sobre essa atitude. No próximo dia 14 de junho, acontece o Dia Mundial do Doador de Sangue, com isso, é importante destacar que muitos bichinhos também aguardam essa ajuda. Para quebrar esses receios e incentivar a ação, a Carolina Rocha, médica veterinária especialista em comportamento animal e fundadora da Pet Anjo, separou algumas dicas importantes que tranquilizam os donos sobre a causa.

Reprodução

Critérios para a doação de sangue:

Animais saudáveis com peso mínimo de 27 kg para cães e 4 kg para gatos
Idade entre 1 e 8 anos
Temperamento calmo
Sem doenças infecciosas
Vacinado e desparasitado
Não fazer uso de medicação
Não estar prenha ou no cio
Não tomar medicação
Não tenha tido carrapatos

Quais quadros mais comumente necessitam transfusão de sangue entre animais?

Perda de grande volume de sangue, como atropelamentos
Anemias, como no caso das doenças de carrapato
Alterações de coagulação do sangue, como em casos de tumores
Além da atitude nobre, os bichinhos doadores possuem vantagens já que por meio do sangue retirado, garantem um diagnóstico completo que avaliam a saúde do pet. O animal além de fazer a doação acaba ganhando exames que verificam a sua saúde, dentre eles o hemograma, testes para doenças transmitidas por carrapato, leishmaniose e FIV (conhecida popularmente como a aids felina).

O processo é gratuito e dura em torno de 15 minutos e cada doação são retirados, em média, 450 ml de sangue nos cães e de 20 a 40 ml de sangue nos gatos.

A causa não traz nenhum risco para o animal e leva esperança da vida para um animal que precisa dessa transfusão de sangue. “É preciso se colocar do outro lado e imaginar que poderia ser o nosso pet precisando dessa mão amiga. As pessoas precisam se conscientizar e abandonar o receio da doação, já que os animais doadores não sofrem ou são prejudicados”, argumenta a médica veterinária.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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