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Orgasmo de 50 minutos de Alinne Rosa é real? Conheça a massagem tântrica

terça-feira, 04 de julho 2017

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Em entrevista ao Porchat, Alinne Rosa revelou que é adepta da massagem tântrica e que chega a ter orgasmo de 50 minutos. “A primeira vez eu fiquei uns 40 minutos deitada depois que acabou, e três dias depois eu ainda estava vibrando”.

E a cantora não está exagerando, segundo a terapeuta Prem Suryachandva – que cursa pós-graduação em terapia sexual na saúde e na educação no Centro de Formação e Estudos Terapêuticos da Família – o sexo tântrico é demorado.

Reprodução

“Há relatos de casais que chegam a transar por três horas e até por um dia inteiro. Outros que permanecem em orgasmo por 30, 40 minutos. Mas é preciso se desenvolver para alcançar isso, caso contrário, o corpo não aguenta”, alerta a profissional.

Mas o que é o tantra?

O tantra é uma ciência comportamental cuja origem não é consenso. “Há quem diga que surgiu há 5.000, 6.000 anos, mas, pesquisando para um trabalho da pós, encontrei uma cidade na Turquia, em que havia fortes indícios da prática do tantra, há 9.000 anos”, explica Prem.

Segundo a especialista, o sexo tântrico pode ser aprendido por meio de cursos. “Ele é diferente do sexo normal, porque não persegue pura e simplesmente o orgasmo. Com ele, procura-se uma expansão da consciência corporal por meio da relação sexual. Ensina-se a olhar, a tocar e a sentir. A massagem é uma ferramenta do tantra, mas não é a única. Há a respiração e o movimento corporal.”

Suryachandva diz que o primeiro passo da prática é fazer com que o casal olhe para o corpo do outro como um templo sagrado e não apenas como objeto de prazer. “A sociedade foi ensinada a fazer um sexo mecânico, calcado na valorização da imagem. Com o tantra, percebe-se que o prazer não depende de transar com uma pessoa sarada, gostosa ou bem-sucedida”.

Por fim, a terapeuta desmitifica algumas fantasias associadas ao sexo tântrico. “Não tem a ver com pornografia nem com suruba, como ainda se pensa. O que se persegue nos treinamentos – que não envolvem a prática de sexo em si — é estimular a consciência corporal”.

Fonte: UOL

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