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Mitos e verdades sobre cuidados com a pele e cabelo

sexta-feira, 30 de novembro 2018

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Durante as férias do fim do ano, nada melhor do que aproveitar as belas praias do Brasil para retocar o bronzeado e aliviar o calor com mergulhos no mar. Mas, sem os cuidados necessários, o sol pode deixar marcas desagradáveis na pele, nos cabelos e na saúde. A rede de farmácias Extrafarma consultou a dermatologista e tricologista Anna Cecília Andriolo para desvendar alguns mitos sobre os cuidados da pele e cabelo nessa temporada.

Reprodução

O fator de proteção mínimo é o mesmo para todo tipo de pele. 

MITO – O fator de proteção mínimo varia de acordo com a cor da pele, com a presença de alterações cutâneas e predisposição para a formação de manchas, características que podem ser identificadas durante a consulta médica. “Uma pele protegida sofre menos ação do fotoenvelhecimento e está menos sujeita ao aparecimento de câncer de pele. Como regra geral, não é recomendável usar um fator de proteção solar inferior a 30”, afirma Anna Cecília.

Filtro solar é tudo igual. 

MITO – Há dois tipos de filtro solar: o orgânico, ou filtro químico, e o inorgânico, conhecido como filtro físico. Os filtros químicos possuem moléculas que absorvem a radiação ultravioleta (altamente energética) transformando-a em radiação de baixa energia, criando uma proteção na camada cutânea que reage com a radiação solar e impede sua penetração na pele. Os físicos são compostos por minerais, como dióxido de titânio e óxido de zinco, que ficam sobre a pele sem absorção. Com a cobertura, os raios batem e são refletidos, auxiliando na prevenção do fotoenvelhecimento. Em ambos os casos, a eficácia do fator de proteção solar funciona da mesma forma, evitando os danos nocivos dos raios solares. No entanto, para escolher o dermocosmético ideal deve-se atentar para o tipo de pele e suas peculiaridades. A maior parte dos filtros são químicos ou misturados. Os 100% físicos, por exemplo, são destinados às crianças e às peles sensíveis e alérgicas.

Existe uma quantidade de filtro solar recomendada. 

VERDADE – De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a quantidade de protetor solar indicada é uma colher de chá do produto para cada uma das seguintes áreas do corpo:

·         Rosto, pescoço e cabeça (quando necessário)

·         Parte da frente do tronco

·         Costas e ombros

·         Braços (uma colher para cada braço)

·         Parte da frente das pernas (uma colher para cada)

·         Parte de trás das pernas (uma colher para cada)

 

Bases com proteção não substituem o filtro solar.

VERDADE – Bases com proteção solar não substituem o filtro!  Alguns filtros solares possuem cor, ajudando na camuflagem de manchas e funcionando como maquiagem, porém o inverso não é válido. “Produtos de maquiagem que contém filtro solar geralmente possuem baixo fator de proteção e não garantem a estabilização necessária para uma proteção adequada”, informa Anna Cecília.

O uso do repelente interfere no filtro solar.

VERDADE – O filtro solar deve ser aplicado sempre antes do repelente, para que ambos os produtos tenham a máxima eficácia possível.

O cabelo precisa de protetor solar.

VERDADE – Produtos para cabelo com filtro solar na formulação são ideias para quem pratica esportes ao ar livre, mas Anna Cecília ressalta que a proteção física, com o uso de chapéus e bonés, também é muito importante para a saúde dos fios.

Atualizado por Natasha Ribeiro
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Fonte: Ass. de Imprensa

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