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O Estado Online

quinta-feira, 27 de outubro 2016

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Éinevitável que com o mundo on-line tão desenvolvido e conectado, fincar presença nas mídias sociais virou uma obrigação para as marcas e serviços. Mas, para entender como uma empresa, uma marca ou um novo produto se posiciona dentro do ambiente digital, uma das inovações utilizadas pelo O Estado é a chamada webnografia, uma nova ferramenta de estudos de mercado que utiliza informações geradas on-line dentro de um contexto natural de conversação, que pode ser nas próprias redes sociais, chats, mensagens instantâneas, enquetes e fóruns.

São exatamente nessas conversas que surgem as informações pró e contra de determinado produto. Sabendo o que o consumidor fala, que temas são relevantes, a marca pode interagir com ele, mostrando suas vantagens, apresentando novos serviços ou simplesmente convidando-o para aperfeiçoar seus produtos. É o que fazemos nas pesquisas de campo, na qual um pesquisador especializado em etnografia vai até a casa de um voluntário e verifica sua interação com a marca. Na webnografia, o pesquisador está presente na home do usuário, detectando tendências e gerando um novo produto.

“Em 2009, percebemos claramente que o relacionamento on-line iria deslanchar devido à facilidade e à rapidez com que os sites de relacionamento se tornaram fenômeno entre os jovens e entendemos então a necessidade do realinhamento do núcleo a estas ferramentas com o objetivo de expandir a comunicação do Jornal O Estado entre os nossos leitores e usuários”, explica o diretor de operações e coordenador do Núcleo de Convergência e Jornalismo On-line do OE, Ricardo Dreher.

O Estado Mobile.
Com os dispositivos móveis, surge um novo conceito de jornalista, o mobile journalist (jornalista móvel), ou webjornalista, também conhecido pelo acrónimo Mojo. A portabilidade dos meios digitais permite apurar e dar tratamento de texto, áudio e vídeo no próprio local do fato. A internet móvel permite o envio e publicação direta da informação a partir dos dispositivos móveis onde a informação foi tratada. “E é com essa ferramenta tecnológica que o Jornal O Estado se fez presente em diversos eventos locais e nacionais, de modo que o jornalista apura, trata e publica a informação no local diminuindo os processos de mediação e tornando quase instantânea a informação”, segundo Ricardo Dreher.

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