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Pequenos gestos, grandes resultados

quarta-feira, 13 de Abril 2016

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Ao completar 290 anos em abril deste ano, a cidade tem muito o que comemorar em sua trajetória de vila, cidade e, finalmente, capital do Ceará. Neste percurso, muita coisa aconteceu. As ruas, que eram tortas, chamavam-se direitas; os cajueiros, que eram muitos, se destacavam na paisagem, e pelo menos dois deles entraram para a História: o Cajueiro da Mentira e o do Fagundes.

Como o solo era arenoso, muita gente dizia que Fortaleza nunca teria prédios de dois andares, quanto mais de noventa e cinco metros (trinta andares) como acontece hoje, até que um arquiteto resolveu arriscar e construiu o primeiro deles em meados do século XIX.

Tudo isso faz parte da história de Fortaleza contada neste caderno especial
de aniversário publicado pelo jornal O Estado.

Os pequenos gestos realizados com afeto e carinho na nossa cidade, acendem a esperança de almejar um futuro ainda melhor para as próximas gerações. Nesta edição apresentamos diversos exemplos de pessoas que abrem mão das suas obrigações para ajudar no desenvolvimento de crianças residentes em bairros que possuem IDH abaixo de 0.140, exemplos que nos inspiram e suprem uma necessidade de ouvir boas notícias, por exemplo: a escolinha de futebol Atletas de Futuro, que no início, tinha 30 meninos, hoje já atende 180, de sete a 17 anos. No Morro de Santa Terezinha, no Vicente Pinzón, o Projeto Enxame promove ações educativas através de oficinas de rap, break, grafite, teatro, artes plásticas, oficinas de DJ, contação de histórias, fotografia e eventos culturais à comunidade do entorno do Mucuripe.

Treze de abril de 1726 foi a data em que Fortaleza foi elevada à categoria de vila. O nome Fortaleza, no entanto, deve-se a três fortes: o de Santiago, levantado por Pero Coelho de Sousa, em 1603, às margens do Rio Ceará; o de São Sebastião, construído por Martim Soares Moreno, em 1612, no mesmo local, e o de Schoonenborch, que se chama Nossa Senhora de Assunção, atualmente, e foi erguido às margens do Rio Pajeú pelos holandeses. Daqui a dez anos chegaremos ao nosso número
300, esperamos que seja com muitas boas histórias para contar.

Editorial

 

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