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Série C: Paysandu acionará Justiça por pênalti e quer anulação da partida

quarta-feira, 11 de setembro 2019

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O Paysandu recorrerá ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para pedir a anulação da partida disputada contra o Náutico no último domingo, pela rodada de volta das quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro, nos Aflitos. Na partida, o árbitro marcou um pênalti a favor do Timbu, em decisão muito contestada pelos paraenses, aos 49 minutos do segundo tempo, quando o Papão vencia por 2 a 1. Jean Carlos converteu a cobrança e levou a disputa para as penalidades, que terminou com a vitória e o acesso alvirrubro.

“A primeira medida foi inverter a viagem que faria de volta à Belém e vim direto ao Rio de Janeiro, onde passei a segunda-feira com uma pauta focada com escritórios e especialistas nessa área para que a gente possa dar entrar com pedido de impugnação da partida, apoiado na legislação do campeonato”, afirmou o Ricardo Gluck Paul, presidente do Paysandu, ao canal Fox Sport.

“Temos um prazo de 48 horas desse pedido de impugnação e nós faremos o pedido certamente terça-feira. E nós esperamos que o STJD seja coerente e aceite a impugnação para que haja um julgamento que seja capaz de reverter essa verdadeira injustiça que aconteceu nos Aflitos”, completou.

‘Erro de direito’
Árbitro da partida, Leandro Pedro Vuaden, marcou o pênalti a ver a bola tocar o braço do bicolor Anderson Uchôa após Caíque Oliveira tirar de cabeça. Os dois jogadores estavam muito próximos no lance e o toque de Uchoa foi conseqüência da ação do companheiro. Segundo Gluck Paul, a marcação foi um erro de direito.

“O ponto principal foi o erro de direito que aconteceu no jogo. O pênalti foi marcado faltando 40 segundos para acabar o jogo. Um pênalti marcado na bacia das almas, porque injustamente foi marcado cinco minutos de acréscimos, num segundo tempo que teve dois gols e nenhuma expulsão. Nada que justificasse cinco minutos de acréscimo. Num lance onde o árbitro está no máximo a um metro do evento que originou o pênalti, E um pênalti esdrúxulo difícil de marcar. A gente não sabe nem o que ele quis marcar. Bola na mão? Qual foi a justificativa?”, questionou o mandatário.

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