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Servidores fazem protesto contra terceirização e esvaziamento do IPM

quarta-feira, 04 de setembro 2013

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Dando continuidade à mobilização em defesa do IPM Saúde e contra a proposta da Prefeitura Municipal de Fortaleza de credenciar planos de saúde privado para os servidores municipais, seus dependentes e pensionistas, o Sindifort realiza hoje, 04/09/13, manifestação e assembleia geral em frente à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão às 14h.

A direção do Sindicato esteve reunida na tarde da terça-feira, 27/08/2013, com o Secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Philipe Nottingham, para solicitar o cancelamento do edital de convocação publicado no Diário Oficial do Município no dia 08/08/2013 que abre credenciamento para prestação de serviços médicos e odontológicos a servidores municipais. Participaram da reunião, além do titular da Sepog, os vereadores Evaldo Lima (PC do B) e Professor Eloi (PSB).

Diante da reação amplamente negativa à proposta, o secretário comprometeu-se a convocar uma reunião de emergência da Mesa Central de Negociação para debater o assunto, a realizar-se no dia 04/09/13, às 14h30. Philipe Nottingham afirmou que se o entendimento da Mesa Central for de que o edital de cadastramento de empresas privadas para prestar serviços de Saúde a servidores municipais é prejudicial à categoria, o mesmo poderá ser cancelado. Ficou acertado ainda que as horas extras em atraso dos servidores do IPM serão pagas em folha complementar durante o mês de setembro.

Para o Sindifort, o cadastramento de empresas de saúde pela Prefeitura, é uma tentativa de esvaziamento e terceirização destes serviços hoje prestados pelo IPM. Para reafirmar a rejeição da categoria a este cadastramento, os trabalhadores decidiram que no dia 04/09/13, quarta-feira, haverá manifestação na Sepog às 14h e que aguardarão em vigília na frente do órgão a decisão da Mesa Central sobre o IPM Saúde. O Sindicato já está fazendo um abaixo-assinado contra a medida e caso seja mantido o processo de esvaziamento com terceirização e privatização dos serviços, os servidores já darão início à construção de paralisações nos locais de trabalho.

DA REDAÇÃO DO ESTADO ONLINE
online@oestadoce.com.br
Fonte: Assessoria de imprensa
(AG)

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