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Jair Bolsonaro revê declaração sobre holocausto

segunda-feira, 15 de abril 2019

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) enviou mensagem a autoridades de Israel para reverter a polêmica em torno de uma declaração sua de que seria possível perdoar o Holocausto. “Deixei escrito no livro de visitantes do Memorial do Holocausto em Jerusalém: ‘aquele que esquece seu passado está condenado a não ter futuro’. Portanto, qualquer outra interpretação só interessa a quem quer me afastar dos amigos judeus. Já o perdão, é algo pessoal, nunca num contexto histórico como no caso do Holocausto, onde milhões de inocentes foram mortos num cruel genocídio”, disse o presidente na carta.

Na última quinta, durante encontro com evangélicos no Rio, Bolsonaro disse: “Fui, mais uma vez, ao Museu do Holocausto. Nós podemos perdoar, mas não podemos esquecer. E é minha essa frase: Quem esquece seu passado está condenado a não ter futuro. Se não queremos repetir a história que não foi boa, vamos evitar com ações e atos para que ela não se repita daquela forma”.

A declaração gerou polêmica em Israel, país do qual o presidente tem se aproximado. O presidente de Israel, Reuven Rivlin, publicou, no último sábado, em uma rede social, uma mensagem respondendo à declaração de Bolsonaro. “Nós sempre iremos nos opor a aqueles que negam a verdade ou aos que desejam expurgar nossa memória -nem indivíduos ou grupos, nem líderes de partidos ou premiês. Nós nunca vamos perdoar nem esquecer”, escreveu Rivlin.

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