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Trump assina Orçamento e exalta verbas militares dos EUA

sexta-feira, 09 de fevereiro 2018

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (9) a lei orçamentária aprovada nesta madrugada pelo Congresso, pondo fim ao segundo fechamento administrativo sofrido por seu governo em apenas um mês. A informação é da Agência EFE.

Reprodução

“Já assinei a lei. Nossos militares serão agora mais fortes do que nunca. Nós amamos e precisamos de nossos militares e damos a eles tudo – e mais. A primeira vez que isso aconteceu tem muito tempo. Também significa EMPREGOS, EMPREGOS, EMPREGOS!”, disse o presidente em sua conta no Twitter.

Trump lembrou, no entanto, que o pacto orçamentário contém concessões aos democratas, dada a estreitíssima maioria republicana no Senado, onde ele conta com 51 cadeiras, contra 49 do partido opositor.

“Sem mais republicanos no Congresso, fomos obrigados a aumentar os gastos com coisas que não gostamos ou que não queremos para poder, finalmente, depois de muitos anos de esgotamento, cuidar dos nossos militares”, escreveu o presidente americano em outro tweet.

“Infelizmente, precisávamos alguns votos democratas para a sua aprovação. Devemos eleger mais republicanos nas eleições de 2018!”, tuitou Trump, em alusão às eleições legislativas de novembro deste ano.

Verbas para defesa

O acordo orçamentário contempla um aumento da despesa em Defesa para os próximos dois anos de US$ 165 bilhões, e um número um pouco menor em despesas não relacionadas com o Pentágono, uma exigência dos democratas para investir em despesa social e programas de ajuda, como a assistência a desastres e a crise de opioides.

No entanto, os republicanos conseguiram tirar do debate de financiamento as demandas migratórias dos democratas, como o Programa de Ação Diferida para os Chegados na Infância (Daca, na sigla em inglês) – que regularizaria os imigrantes que chegaram aos EUA quando eram menores de idade. Estas questões devem ser abordadas nos próximos dias no Congresso, de forma independente.

Fonte: Agência EFE

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