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Venezuela: forças de segurança voltam a reprimir protestos contra Maduro

sexta-feira, 21 de abril 2017

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As forças de segurança da Venezuela voltaram a reprimir protestos convocados nessa quinta-feira (20) por adversários do presidente Nicolás Maduro, um dia depois de confrontos entre policiais e manifestantes deixarem três mortos e 200 feridos no país.

Policiais usaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes em diferentes pontos de concentração em Caracas. O partido Primeiro Justiça anunciou que por volta das 11h (12h em Brasília) foram detidos seis dirigentes da legenda no bairro El Paraíso.
Em San Joquín, a cerca de 140 quilômetros da Caracas, manifestantes foram dispersados com gás lacrimogêneo e balas de borracha.
Os protestos desta quinta-feira (20) foram convocados pela oposição na sequência dos episódios de violência registrados na quarta (19) em várias cidades da Venezuela.

“Diante da selvageria da repressão, pedimos mais democracia”, declarou na quarta (19) o líder opositor Henrique Capriles, governador do Estado de Miranda. “Não há nenhuma justificativa para que se derrame uma gota de sangue neste país, pois os venezuelanos têm direito a um futuro diferente.”
A defensoria pública anunciou a detenção de Iván Alexis Pernía Avila, suspeito de matar Paola Ramírez Gómez, 23. Ela foi baleada na cabeça durante um protesto opositor na quarta-feira (19) na cidade de San Cristóbal, no oeste do país.

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