sexta-feira, 22 de março de 2019.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

"você jamais será livre sem uma imprensa livre." - Venelouis Xavier Pereira

Atirador não tinha histórico de problema na escola, afirma secretário

quinta-feira, 14 de março 2019

Imprimir texto A- A+

O secretário estadual da Educação de São Paulo, Rossieli Soares, disse ontem (13) que um dos atiradores, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, não tinha histórico de problemas na escola estadual Raul Brasil, em Suzano, onde hoje ocorreu um massacre, com dez mortos contabilizados até este momento. Os dois atiradores eram ex-alunos da escola.

“A informação que temos sobre o Guilherme é que ele foi aluno por dois anos no primeiro e no segundo ano do ensino médio, e ele nunca trouxe problemas. Não há registros de problemas desse aluno. Era um aluno muito quieto, calmo e não teria mais problemas. Mas vamos levantar mais informações”, disse o secretário.
Segundo Soares, Guilherme chegou hoje à escola dizendo que iria procurar a secretaria.

Os funcionários imaginaram que o aluno iria tentar voltar a estudar, já que ele não havia comparecido aos estudos no ano passado. “Trata-se de um ex-aluno que estava sendo inclusive monitorado por um processo da secretaria para que retornasse à escola. O aluno é conhecido. Era para ele ter estudado no ano de 2018 e [hoje] voltou à escola, alegando que iria para a secretaria para retomar os estudos. A informação que a gente tem é que a escola estava aberta para receber um ex-aluno que queria voltar a estudar. E aí, do nada, começou o ataque”, disse o secretário.
Quanto ao segundo atirador, identificado como Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, Soares disse que ainda não foi possível levantar o histórico escolar dele.

Reunião
O secretário informou que, junto com a Polícia Militar e a prefeitura, reuniu-se hoje com familiares das vítimas para dar suporte e informações, e que a conversa com eles “foi absolutamente triste”. “É muito difícil falar sobre isso, falar com as famílias, olhar para uma mãe que perdeu o seu filho. Não existe dor maior.” (Agência Brasil)

Instagram

[instagram-feed]

Facebook

Twitter