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Supremo aceita denúncia e torna réus integrantes da cúpula do Partido Progressista

quarta-feira, 12 de junho 2019

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O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu aceitar uma denúncia contra a cúpula do PP (Partido Progressista) no processo conhecido como “quadrilhão.” Por três votos a dois, os integrantes da segunda turma do STF tornaram réus os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Arthur Lira (PP-AL) e Eduardo da Fonte (PP-PE), além do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que é presidente nacional da legenda.
Os quatro políticos -denunciados no âmbito da operação Lava Jato pelo crime organização criminosa- compõem a cúpula do PP e comandam um dos mais importantes partidos do Congresso Nacional. Na Câmara, trata-se da terceira maior bancada, com 39 deputados. No Senado, são seis parlamentares da sigla. A denúncia foi oferecida no âmbito da Lava Jato pelo Ministério Público em setembro de 2017 e descreve um esquema que teria vigorado entre 2004 a 2015.

“A denúncia descreve, de forma clara, objetiva e individualizada a atuação de cada um dos denunciados que, desde 2004, utilizando-se dos mandatos parlamentares e na qualidade de membros do Partido Progressista (PP), integraram pessoalmente o núcleo político de uma grande organização criminosa estruturada para arrecadar, em proveito próprio e alheio, vantagens indevidas por meio da utilização de diversos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta, tais como a Petrobras, o Ministério das Cidades e o IRB (Instituto de Resseguros do Brasil)”, diz o texto.

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