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Viagem: certificado exigirá vacina contra febre amarela

sexta-feira, 12 de Janeiro 2018

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Os brasileiros que têm viagem marcada para países que exigem certificado internacional de vacinação contra a febre amarela e ainda não se imunizaram só receberão o documento se tomarem a dose padrão (0,5 ml).
A decisão consta de um comunicado da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão responsável por emitir o documento no país. “Não será emitido CIVP [Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia], em hipótese alguma, para quem apresentar comprovante de vacinação com etiqueta referente a dose fracionada”, disse a Anvisa em nota.

Na América do Sul, é preciso comprovar a vacinação para entrar na Bolívia, na Colômbia, no Equador, na Guiana, na Guiana Francesa, no Paraguai e no Suriname. Ao todo, 135 países exigem o comprovante.

A partir do dia 3 de fevereiro, a dose fracionada (0,1 ml) será fornecida de forma emergencial às populações dos Estados de São Paulo, Bahia e Rio. Quem já tiver planos de viagem para algum dos países que exigem o certificado deverá apresentar comprovantes da viagem (passagens aéreas ou reservas de viagens) para receber a dose padrão.

Segundo a Anvisa, a dose padrão é exigida internacionalmente por meio de convenções entre os países. Caso uma pessoa que tomou a dose fracionada decida viajar deverá esperar 30 dias para tomar a dose padrão, como em qualquer caso de vacina com vírus vivo, alerta o Ministério da Saúde. Depois disso, a pessoa ainda deverá esperar mais dez dias para viajar, já que esse é o prazo admitido para que a vacina faça efeito.
Além dos viajantes internacionais, a vacina fracionada não é indicada para crianças entre nove meses e dois anos, pessoas com HIV/Aids, em tratamento quimioterápico, pacientes com doenças hematológicas e gestantes. No caso desses grupos, será aplicada a dose padrão. A carteirinha de vacinação terá uma etiqueta para diferenciar a vacina padrão e a fracionada.

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