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Vídeos de Cassol sobre propinas dão em nada

segunda-feira, 18 de janeiro 2010

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Deve acabar em pizza o escândalo revelado pela Operação Dominó, da Polícia Federal, há quatro anos, que derrubou o presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia e vinte deputados estaduais. A PF prendeu um grupo que agia na Assembleia Legislativa desviando R$ 70 milhões. Ninguém foi condenado. A denúncia foi do governador Ivo Cassol, o primeiro a gravar em vídeo deputados pedindo propina.

Sigilo e prisão
Parte da quadrilha de Rondônia só foi presa porque o desembargador Sansão Saldanha manteve o sigilo e a PF surpreendeu os envolvidos.

“Acho estarrecedor que alguém se proponha a esse tipo de coisa”
Pré-candidata do PT Dilma Rousseff, sobre a proposta do PSDB de acabar com o PAC

 

Erário lesado
Não houve ressarcimento ao erário do dinheiro desviado em Rondônia. A ação tem sido postergada graças aos milhares recursos da Justiça.

Panetonegate
Os integrantes da CPI da Corrupção no DF reúnem-se com a Polícia Federal amanhã. Eles tentam ouvir o homem-bomba Durval Barbosa.

De volta à ativa
Após se aposentar do Superior Tribunal de Justiça em abril, o ministro Nilson Naves vai voltar à advocacia em um escritório de Brasília.

Filme de Lula não rende o que se esperava
Ocupando um modesto quinto lugar de bilheteria, entre os lançamentos nacionais recentes, o filme “Lula, o Filho do Brasil” não desperta o interesse imaginado. Repete-se no Rio, em São Paulo ou em cidades como Cuiabá, por exemplo, a mesma história de insucesso. Na capital do Mato Grosso, a sala que exibe o filme está às moscas. As longas filas são para “Avatar” e “Sherlock Holmes”, sucessos de Hollywood.

Mudar não resolve
A CPI da Corrução no DF agora vai se chamar CPI da Codeplan. Não há mudança de nome que vá dar jeito à canalhice do Panetonegate.

Reforma
A sede da Agência Brasileira de Inteligência vai passar por reforma. Só em forros, divisórias e luminárias o órgão vai gastar quase R$ 1 milhão.

Brasil no mundo
A empresa brasileira de informática Itautec venceu a disputa para fornecer os caixas automáticos do novo Banco Wal-Mart… no México.

Depoimentos
A Polícia Federal dá sequência nesta semana aos depoimentos da Operação Caixa de Pandora, que deflagrou o esquema conhecido como o “DEMsalão”. O primeiro foi realizado sexta-feira passada.

Sucessão de Bandarra
Leonardo Bandarra, citado por Durval Barbosa na Operação Caixa de Pandora, apóia a candidatura do colega Carlos Alberto Cantarutti para sucedê-lo na procuradoria-geral de Justiça do DF. Outros possíveis candidatos, de oposição, são Maurício Miranda e Roberto Carlos Silva.

Carreira meteórica
Sai Luiz Gonzaga Baião e entra Rosilda Xavier na chefia da assessoria parlamentar do Ministério de Planejamento. Ele ficou por perto, claro, assumindo o posto de assessor especial do ministro Paulo Bernardo.

O que é isso, ‘cumpanhêro’?
Terceirizados do Ministério das Relações Exteriores do “cumpanhêro” Lula foram advertidos, por e-mail, que “receber vale-transporte e usar veículo próprio” para ir ao trabalho “enseja demissão por justa causa”.

Na mira do governo
Para 2010, o deputado Geraldo Magela (PT-DF) prometeu a execução de 80% das emendas de bancada. Mas a ideia não é bem vista pelo governo que já cogita a exclusão da medida no Orçamento de 2011.

Primeiro o exemplo
Uma campanha do Conselho Nacional de Justiça recomenda aos brasileiros que empreguem ex-detentos. O CNJ poderia dar o exemplo, recomendando que seus membros dêem empregos em seus gabinetes, suas residências, suas propriedades etc.

Para o chefe ver
O Ministério do Esporte vai implantar 40 núcleos de Esporte Educacional em São Bernardo do Campo (SP), cidade onde o presidente Lula fez a vida. Devem ser gastos R$ 1,5 milhão até 2011.

Justificativa
Juízes de todo o País têm até o dia 22 de janeiro para enviar ao Conselho Nacional de Justiça um relatório apontando as dificuldades que tiveram para atingir a Meta 2, que planejava acelerar julgamentos.

Pensando bem…
… após a confusão que provocou com o decreto dos diretos humanos, o governo poderia trocar o nome do filme “O filho do Brasil” por “Os Trapalhões no Reino de Lula 51”.

PODER SEM PUDOR
A bronca é antiga
Preocupados com os rumos do governo de Cristovam Buarque, em 1996, Lula e José Dirceu pediram uma reunião com ele, na residência oficial de Águas Claras. Após o jantar, já madrugada, o então secretário de governo do DF, Hélio Doyle, deu carona a Lula até o hotel. No carro, Lula explodiu:
– Não sei como você agüenta esse cara! Que sujeito confuso! A gente fala uma coisa, ele diz outra, muda de assunto, um inferno!
Em outro carro, Swedenberg Barbosa, auxiliar de Doyle, levava José Dirceu para o mesmo destino. E ouviu críticas ainda mais ácidas a Buarque.

 

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