quinta-feira, 20 de junho de 2019.
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Bolsonaro: “que todos paguemos”

HÉLDER CORDEIRO JORNALISTA

terça-feira, 18 de dezembro 2018

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Os sucessivos compromissos em defesa da ética e da moralidade nos costumes políticos, assumidos pelo candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, soaram como marco de uma nova época na política nacional. Mais de cento e cinquenta e cinco milhões de brasileiros subscreveram voto de confiança. Recentemente, na construção da equipe do futuro governo do presidente eleito, 75% dos brasileiros confirmaram está certo: abolir a velha politicagem do toma lá dá cá na indicação de ministros e auxiliares. Por outro lado, iniciação que desagradou as “velhas raposas” da corrupção nacional, constituída por políticos e empresários desonestos.

Inconformadas, essas hienas politiqueiras caíram em campo na busca de qualquer deslize do presidente eleito ou dos seus familiares, ocorrido em qualquer época. Recentemente divulgaram: “pai de Bolsonaro exercia ilegalmente atividade profissional odontológica, sem formação universitária”. Tremenda calúnia, tanto que não vingou.

Porém, caiu para orgasmo de todos os moribundos da propina esse relatório do COAF (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) citando um ex-assessor-motorista do deputado estadual Flávio Bolsonaro, como tenha movimentado um milhão e duzentos mil reais, em 12 meses. De imediata acusação: dinheiro recebido indevidamente, ou seja, do salário de servidor público no exercício de cargo comissionado. Pratica: dividir o que recebe o servidor com parlamentar. Isso não está certo, mas, infelizmente existe no “mundo político nacional” e há muitos anos. Assim como também existem exceções, minoria que não aceita receber as chamadas “rachardinhas ou inteirinhas”.

Bem-vindo esse relatório do COAF para o início de uma possível moralização no meio parlamentar nacional. São inúmeros os “caixas dois” multiplicando por cinco a remuneração parlamentar. E não somente de parlamentar, mas, também da cúpula do Poder Judiciário nacional, para vergonha dos brasileiros. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, já afirmou, “comprovado erro, que todos paguemos” Isso significa não acobertar filho, mas confirmar compromisso de combate a corrupção, seja ela de quem seja. O Brasil perfilado agradece!

Avante presidente Bolsonaro! Seu compromisso é com o País e com o povo brasileiro. Combater a corrupção significa fim da impunidade, geradora dos irrecuperáveis corruptos que surrupiam mais de 250 bilhões de reais por ano. O proposital estardalhaço orquestrado pelos que sempre participaram desse desvergonhado período de corrupção, que vivencia o nosso País há 33 anos, tem objetivo planejado: jogar seu governo na lata do lixo, lugar onde todos se encontram. Eles não desejam um Brasil ofertando vida saudável aos brasileiros. Contra seu governo existem corruptos infiltrados em todos os setores da vida nacional, inclusive nos Poderes Constituídos. Que todos paguem seus erros em busca de um Novo Brasil!

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