segunda-feira, 25 de março de 2019.
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Brasil aguarda governo Bolsonaro

MAURO BENEVIDES JORNALISTA E DEPUTADO FEDERAL

quarta-feira, 12 de dezembro 2018

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No próximo dia 1º de janeiro deverá ser empossado na Presidência da República, o novo titular, Jair Bolsonaro, após exaustiva fase de composição ministerial, elaborada ao longo de sucessivos contatos com seus colegas de farda e outros segmentos consultados sobre as escolhas. Notadamente em relação ao Ministério das Relações Exteriores, vital para situar a nossa Nação num contexto nevrálgico, sujeito a alterações da política externa, com reflexos nos índices do Produto Interno Bruto, sempre oscilando para baixo ou para cima, deixando os investidores a mercê de mutações que se refletem nas bolsas de valores, – estas, acompanhadas, atentamente, pelos observadores do mercado financeiro mundial. Se é certo que Michel Temer enfrentou desafios angustiantes, a exemplo da tormentosa Greve dos Caminhoneiros e as representações da Procuradoria Geral da República, ele sobreviveu, airosamente, apresentando, nesta reta final, estatísticas positivas sobre o PIB, que caminha para estabilizar-se dando tranquilidade ao seu sucessor e desfazendo uma imagem de desfavorecimento e ineficácia que, agora, nestes derradeiros instantes, aponta para uma discreta reabilitação econômico-financeira. Isso não significa dizer que a nova gestão deixará de ter empecilhos nessa esfera, apesar da alegada competência do Ministro Paulo Guedes, que terá sob sua alçada o controle das finanças, aí incluídos o Banco Central, o BNDES, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e outros conglomerados financeiros vinculados, direta ou indiretamente, ao já cognominado “mago das finanças” do futuro Governo. As versões, da passada semana, indicam que os nossos padrões econômicos começam a sinalizar uma evolução mais satisfatória, superando até a Rússia, o que serve de alento tanto para Michel Temer e sua equipe, bem como a Bolsonaro, que se sentirá estimulado a promover reformas estruturais, de que realmente necessita a nossa Nação. Por sua vez, o Congresso jamais se indisporá com um Chefe do Executivo que se comprometeu a trabalhar, diuturnamente, com vistas a promover o nosso desenvolvimento e bem-estar social. Cercado de pessoas buscadas, preferencialmente nas corporações militares, o novo titular do Planalto terá a lealdade e eficiência, favorecendo a recuperação de uma comunidade que, há muito, enfrenta dificuldades e reclama fase bem mais auspiciosa, assinalada por iniciativas alavancadoras do progresso, ao mesmo tempo implicando em uma maior prosperidade. Tudo isso se espera de um militar-político, que tem o engenho e arte para vencer obstáculos e proporcionar melhores dias aos seus compatrícios.

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