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Ciência e tecnologia

segunda-feira, 20 de março 2017

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O interesse pela ciência e tecnologia deve ser despertado desde cedo nos nossos jovens. Uma das ferramentas para atrai-los aconteceu em Brasília, quando cerca de 700 competidores de escolas públicas e particulares de todo o Brasil participam do Torneio Nacional de Robótica First Lego League (FLL). A competição é dividida em quatro etapas: o projeto de pesquisa, em que os alunos criam e apresentam uma solução inovadora para um aspecto do desafio; design de robô, em que os jovens precisam projetar e construir um robô autônomo, com códigos claros e eficientes; core values, partes em que são avaliados os valores dos competidores durante o torneio; e desafio do robô, em que é preciso realizar uma série de tarefas ou missões em rounds de dois minutos e meio.

Trata-se de uma ação de muita importância, uma vez que o programa visa a despertar o interesse das crianças e dos jovens pelas áreas de ciência e tecnologia. A proposta tem, por conseguinte, elevar a qualidade da educação brasileira, direcionar o conhecimento para as áreas de ciência, tecnologia e matemática, porque, assim, contribuímos para formar mão de obra, engenheiros e tecnólogos para a indústria brasileira. O tema desta edição é Animal Alliens, que trata da relação do homem com os animais. Os participantes devem identificar problemas de cooperação entre seres humanos e animais e desenvolver soluções inovadoras.
Não há nação no mundo que tenha conseguido se desenvolver sem o incentivo à ciência, tecnologia e inovação junto à juventude. Basta vermos exemplos de países que foram arrasados por guerras devastadoras ao longo do século passado, como a Alemanha, o Japão e a Coreia do Sul. Esse trio conseguiu se reerguer das cinzas justamente porque investiu, corretamente, na qualificação de sua juventude, gerando trabalhadores cuja mão de obra é altamente especializada. São exemplos para o Brasil.

EDITORIAL

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