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Combate ao crime

terça-feira, 14 de novembro 2017

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Ocrime organizado no Brasil cresce a cada dia e aterroriza a população. O novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segóvia, defendeu, corretamente, a necessidade de maior integração entre os órgãos federais e estaduais para que o Estado possa enfrentar as organizações criminosas e melhorar a segurança pública. Para o novo diretor, faz-se necessário começar um trabalho conjunto que será de muita valia para a população.

De acordo com ele, os problemas não se restringem apenas à corrupção, mas à violência e a crimes cometidos nos estados. “O mais importante para a solução será a parceria, a integração. Tanto da Polícia Federal com o Ministério Público Federal, quanto também integrando as secretarias de Segurança Pública e os ministérios públicos estaduais e todos os órgãos que têm a função de coibir o crime no País”, acrescentou o novo diretor-geral da PF.

De fato, facções criminosas estão se expandindo rapidamente. As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) disputam o domínio do tráfico de drogas nas fronteiras do País. No total, segundo autoridades que investigam o crime organizado, pelo menos mais, 25 facções criminosas participam dessa disputa, apoiando o PCC ou o CV.

Com um exército de 10 mil homens – 7 mil nos presídios e 3 mil nas ruas –, o PCC se tornou a principal facção criminosa do Brasil e movimenta, segundo o Ministério Público Estadual (MPE), 40 toneladas de cocaína e R$ 200 milhões por ano. Para dar cabo a essas organizações, é preciso que os estados brasileiros, por meio de seus muitos órgãos ligados à segurança e à inteligência, trabalhem unidos para desbaratar essas quadrilhas, prendendo os líderes e rastreando os seus negócios escusos. Só assim os brasileiros poderão ter um amanhã mais tranquilo, com o mínimo de garantia de que poderão sair de casa e voltar com segurança.

EDITORIAL

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