domingo, 25 de agosto de 2019.
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Documento final do sínodo sobre a juventude

BRENDAN COLEMAN REDENTORISTA

terça-feira, 13 de agosto 2019

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OSínodo dos Jovens foi convocado, em 2016, pelo Papa Francisco e foi concluído no dia 28 de outubro de 2018 com uma missa presidida pelo Papa, na Basílica de São Pedro, em Roma. Já está disponível agora a versão em português do Documento final sobre o Sínodo da Juventude. É dividido em três partes, 12 capítulos, 167 parágrafos e 60 páginas. Para o Arcebispo de Brasília (DF) e presidente, naquela época, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o Cardeal Sérgio da Rocha, que também foi o relator-geral do Sínodo, o texto é “o resultado de um verdadeiro trabalho de equipe dos padres sinodais, juntamente com os outros participantes no Sínodo e, em modo particular os jovens”.
Na primeira parte do documento, intitulada “Caminhava com eles”, é apresentado o contexto no qual os jovens estão inseridos. Nesta parte foram tratadas questões como identidade e relacionamentos, além do ser jovem hoje. É muito útil para país, professores e educadores. A vida não é fácil para os jovens de hoje.
A segunda parte, intitulada, “Eles abram os olhos”, “reforça o papel renovador da juventude na Igreja, portadora de uma santa inquietude”. Este trecho aborda também o dom da juventude, o acolhimento, respeito e acompanhamento dos jovens na Igreja. É nesta parte é apresentada o mistério da vocação, a missão do acompanhamento e a arte de discernir. Jovens pensando em uma vocação religiosa acharão esta parte muito interessante.
A terceira e última parte do documento intitulada “Partiram sem demora”, foram enfatizadas a sinodalidade missionário da Igreja, o caminhar diariamente juntos, o renovado ímpeto missionário e a formação integral. É justamente neste setor do documento que sai o convite às Conferências Episcopais e às Igrejas Particulares para prosseguir no processo de discernimento com o objetivo de encontrar e elaborar soluções pastorais específicas à realidade contemporânea juvenil. Na conclusão do Sínodo sobre a Juventude os padres sinodais enfatizaram o processo de escuta que permeou as últimas semanas do Sínodo, quando deram ouvidos à voz de Jesus, “o Cristo eternamente jovem”. Na voz do Cristo reconheceram as vozes da juventude, seus gritos de exultação, lamentos e silêncios. Hoje, a Teologia Católica fala muito em saídas para as periferias, para os pequenos e pobres, sofredores e excluídos. Dom Vilsom Basso, SCJ, Bispo de Caxias do Maranhão, MA, disse: “Se a Igreja não abre espaço para a juventude, não será uma igreja em saída”.

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