domingo, 16 de dezembro de 2018.
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O ano eleitoral

Audic Mota - Deputado Estadual

sexta-feira, 10 de agosto 2018

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Nestas eleições, mais uma vez, se promete o impossível.
Os candidatos juram para seus eleitores que, quando estiverem lá, lhes darão o céu e a terra.
Muitos vêm prometendo as mesmas coisas em todos os anos de eleição. São chuvas de verão, paixões de Carnaval. Palavras ao vento…
Alguns observadores alegam que as eleições deste ano estão frias, sem aquela vibração costumeira, como se a população não acreditasse mais em nada e fizesse “ouvidos de mercador” para a conclamação às urnas.

Talvez os culpados por essa indiferença sejam os próprios políticos. Muitos se acostumaram com a demagogia que vêm praticando há anos do modo mais irresponsável.
Caberá ao eleitor separar o joio do trigo, ter o mínimo de visão crítica, fazer uma segunda leitura sobre o que é proferido pelos profissionais do engodo e da mentira.
É preciso distinguir:
A facilidade – da seriedade.
A essência – da banalidade.
O prometedor irresponsável – do legislador criterioso.
Exercer um mandato legislativo é coisa muito séria. Uma das mais importantes responsabilidades da verdadeira cidadania. Uma missão de valor social tão nobre que só deveria ser assumida por vocacionados.
Quando uma pessoa se candidata deve estar preparada para a vida pública. E a primeira razão de uma candidatura, é a vocação.
Ah, se todos os que se propõem a representar, primeiro estudassem o que iriam fazer! Conhecessem as atribuições do cargo, se balizassem sobre a legislação concernente, se embasassem do conhecimento específico e, sobretudo, assumissem um compromisso intransigente com a decência e a moralidade.
A minha experiência pessoal com a atividade política, por meio de mandatos de vereador e deputado, dão-me a consciência da importância da delegação popular. Você, uma vez eleito, não é mais um simples indivíduo. Sua vontade, seus desejos, seus sonhos passam a ter uma ampla conotação e deve coincidir com a vontade da coletividade. Agora, sua fala é uma voz plural e reverbera as necessidades e anseios, não só de seus eleitores, mas também de sua região, de seu estado e de seu país.
A atividade pública é uma grande escola. Ensina-nos a humildade de receber o aplauso e a paciência de escutar a crítica. Faz-nos conhecer diretamente os dilemas da sociedade, recebendo suas queixas, procurando encontrar seriamente as melhores soluções.

Quando me proponho novamente a uma candidatura e me submeto ao julgamento popular, não chego ao campo de batalha com discurso vazio. Porque fiz projetos que beneficiaram a educação e tenho novas idéias para o setor. Porque entendo que não se pode separar a educação da cultura popular, da tradição histórica e das raízes criadoras. Porque defendo a ecologia e a preservação de espaços verdes em nossas cidades e o respeito geral à natureza. Porque quero o aproveitamento da mão-de-obra ociosa das periferias em escolas de artes e ofícios, como venho pregando da tribuna que o povo me deu.
Porque quero o incentivo oficial à produção agrícola e o incremento aos métodos avançados de atuação no campo.
Porque quero fiscalizar, sem ódio e sem medo, as ações do Executivo.
Porque sempre tenho estado do lado certo das coisas, ombro a ombro com as melhores propostas de desenvolvimento ­contemporâneas.
Não sou maior nem mais valente que os outros.
Sou apenas uma pessoa que não quer perder a simplicidade e nem trair a confiança de quem me escolher. Sou independente e sincero e gosto de prestar contas de meus atos públicos.
Defendo o voto livre do povo e reafirmo que eleição não é loteria, mas responsabilidade cívica.
Quem é honesto vota em políticos honestos e capazes de cumprir a missão representativa que recebe.
Estou aqui, pronto para servir.

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