domingo, 20 de janeiro de 2019.
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O legado da esquerda

JOSÉ G. MONTEIRO ADVOGADO

quinta-feira, 10 de janeiro 2019

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Lembre-se que desde a República Velha, o consagrado jurista e político Rui Barbosa narrou práticas condenáveis dos principais homens d’antanhos. O inesquecível e renomado então senador demonstrou, nos idos de 1914, uma visão futura do que se tornaria a nossa Nação. Aliás, em discurso proferido no plenário do Senado, já naquela época, com espantosa coincidência, retratava o que ocorre no momento hodierno, em que o País enfrenta diversos escândalos de corrupção apurados pela operação LAVA JATO. Vale dizer que esta última é o maior legado deixado pelos governos do PT/PMDB – leia-se LULA/DILMA/TEMER, os quais se autointitulavam como esperança política da Nação e que se tornaram autênticos verdugos do povo brasileiro.

Entretanto, foi tão acentuada a incompetência do último ciclo governamental do País que a disseminação das drogas e a utilização das armas pelos bandidos, a proliferação de gangues perigosas e a formação do crime organizado desaguaram nesse ambiente de violência em que nos encontramos, sem sinais de que o Estado seja mais forte do que as ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS atuantes, as quais distribuem a crueldade e o medo em todos os rincões da pátria.

É certo que o grande mal que nos aflige já está incorporado na cultura da Nação, havendo registro da sua prática desde os seus primórdios, com destaque para o segundo Governo de Getúlio Vargas, que culminou com sua morte.
Muito se falou também do governo de Juscelino. Na seca de 1958, que assolou o Ceará, foram criadas as frentes de emergência, com grosso desvio de finalidade.

Jânio Quadros, a seu turno, num gesto de irresponsabilidade, renunciou ao governo, com a posse do vice João Goulart, que protagonizou um governo fraco, com tendências esquerdistas, levando o caos ao país e forçando um golpe militar.
Com a redemocratização, após a morte de Tancredo Neves, o vice Sarney assumiu um governo marcado por um período de inflação alta e conluio com empreiteiras.

Na ascensão de Collor de Melo, a corrupção evidenciou-se de forma tal que ocorreu seu afastamento.
Em sequência, veio Fernando Henrique Cardoso, com sua omissão seletiva no engavetamento de inquéritos, aprimorando a sistemática de compra de parlamentares, apelidada de governo de coalizão.
Por fim, a derrocada fatal de LULA/DILMA/TEMER, que substituíram as promessas de boas ações e estratégias positivas pelo assalto ao Tesouro. Deu no que deu.

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