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Política para todos

EDITORIAL

quarta-feira, 02 de janeiro 2019

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Enquanto os brasileiros acompanham, com esperança, o desenrolar dos primeiras atos do novo governo, na primeira missa do ano de 2019, o papa Francisco apelou para que o mundo olhe de maneira mais terna e suave no enfrentamento a um mundo desunido.

Ele ressaltou que todos são responsáveis pelo bem comum e que a política não cabe apenas aos governantes, mas à sociedade como um todo. De acordo com Francisco, todos devem desempenhar o papel de “pacificadores”. Ele comparou o olhar de Nossa Senhora para o Menino Jesus, quando o tem em seus braços. Ao defender a “boa política a serviço da paz”, o papa Francisco afirmou que a “política não é reservada apenas aos governantes”. “Somos todos responsáveis pela vida da cidade, pelo bem comum e a política é boa na medida em que cada um contribui com sua parte para o serviço da paz.”

Que o mundo possa, cada vez mais, se unir em torno de políticas que levem ao bem comum das pessoas, uma vez que a mesquinharia na prática política é uma das principais causas que levam à destruição das sociedades.

Segundo o filósofo grego Aristóteles, “vemos que toda cidade é uma espécie de comunidade, e toda comunidade se forma com vistas a algum bem, pois todas as ações de todos os homens são praticadas com vistas ao que lhes parece um bem; se todas as comunidades visam algum bem, é evidente que a mais importante de todas elas e que inclui todas as outras, tem mais que todas, este objetivo e visa ao mais importante de todos os bens; ela se chama cidade e é a comunidade política”.

Essa mensagem precisa ter o seu sentido resgatado e posto em prática, de modo que a política volte a ser uma ferramenta em prol do bem comum e do engrandecimento das nações. Esse é o desejo de todos.

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