terça-feira, 17 de setembro de 2019.
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Um momento sem corrupção

HÉLDER CORDEIRO JORNALISTA

terça-feira, 10 de setembro 2019

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Depois de um tsunami de governos corruptos, com mais desacertos generalizados que acertos planejados, nos períodos de 2003 a 2014, gestões Lula/Dilma, não excluindo um personagem coadjuvante da roubalheira, Michel Temer, vice de Dilma e aliado do petismo, não está fácil para o sucessor desse trio, Jair Bolsonaro, recolocar nos trilhos a composição até então desgovernada e sob controle de “organizações criminosas”.
Esse triste período de falcatruas predominou intensamente até o impeachment de Dilma Rousseff. No período de Temer na Presidência da República (2015/2017), existiu recuo no modo operante de assaltos aos cofres públicos, mas não o suficiente para registro de normalidade, tanto que, logo após deixar o governo, o vice de Dilma foi preso e ainda hoje investigado e processado na área judicial.
Hoje, com o anunciado fim da Operação Lava Jato, estão unidos todos os corruptos diante da omissão dos brasileiros, que deixaram de ir às ruas para a felicidade dos políticos corruptos e empresários desonestos. Nessa “operação desmonte”, estão infiltrados figurões de todos os três poderes desta república e o povo que se lixe com o Brasil aos pedaços.
O capitão Jair Bolsonaro poderia ter propósitos e coragem patriótica para comandar o resgatar do nosso país, atolado no mangue petista da corrupção. Mas, infelizmente, obstáculos familiares o fizeram desviar caminho e se aconselhar com o que ainda existe de pior na Praça dos Três Poderes, em Brasília: bloco dos unidos seremos fortes e blindados. Situação conduzida silenciosamente para afastar obstáculos e conquistar salvo-conduto para os comprometidos com o generalizado projeto de corrupção que existia em busca de enriquecimento ilícito e poder político.
Às vésperas dos nove meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro faz das tripas coração para maquiar boas intensões de governar, não de se afastar dos conchavos ficha-suja para desmantelar o combate à corrupção, e, irrestrita anistia gregos e troianos responsáveis pelo retrocesso criminoso que jogou o Brasil na recessão econômica, no desemprego e no descrédito.
Até uma aparente oposição é maquiada para condução da opinião pública nacional. Figurões da esquerda e da direita, se existem, não querem um país sério para os brasileiros, mas para servir aos seus propósitos de poder. A única felicidade do povo brasileiro está na pessoa do capitão-presidente da República, Jair Bolsonaro. Até hoje não participante dos degradantes processos de corrupção que assolaram este país nos últimos 30 anos. Ainda não se tem conhecimento de uma única denúncia formal de corrupção com dinheiro público em seu governo. Nenhum ministro nem auxiliar subalterno é investigado por ato ilícito praticado neste período de nove meses.
Situação diferente! sem corrupção, o governo Bolsonaro já economizou aproximadamente de 167 bilhões de reais em nove meses. Dados estatísticos da Operação Lava Jato: R$ 250 bilhões por ano eram surrupiados dos cofres públicos. Infelizmente, único motivo para aplaudir Bolsonaro.

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