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Marcos Sobreira critica redução de verba para o Minha Casa, Minha Vida

quinta-feira, 12 de setembro 2019

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O deputado estadual Marcos Sobreira (PDT) manifestou, em pronunciamento feito ontem (11), preocupação com a possível redução em investimentos no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), sinalizado pelo Governo Federal.

O parlamentar destacou que o programa, desde sua criação, em 2009, construiu mais de 5 milhões de residências, investiu cerca de R$ 110 bilhões e empregou mais de 3 milhões de trabalhadores. Segundo ele, o MCMV proporcionou uma residência adequada a pessoas que viviam em áreas de riscos e situações precárias no País. “Esse projeto reduziu a desigualdade, gerou empregos e desenvolvimento. Para cada apartamento feito, cerca de quatro empregos foram gerados”, pontuou.

Marcos Sobreira informou que, em reunião com a Associação de Construtores da Região Centro-Sul do Ceará, soube da redução em 41% nos investimentos no programa residencial, sinalizado pelo Governo Federal. “Desde o início do Minha Casa Minha Vida, nunca houve uma redução tão significativa em uma área com tamanha demanda como a de moradias. A previsão para 2020 é de apenas R$ 2,7 bilhões. Antes era de R$ 4,6 bilhões”, alertou.

O deputado destacou que o município de Iguatu registrou um crescimento significativo, com geração de mais de 5 mil empregos, diretos e indiretos, na região Centro-Sul, ficando à frente de cidades maiores, como Juazeiro do Norte. “Foram investidos na região mais de R$ 65 milhões. Esse aporte não pode ser perdido, não pode ser reduzido. Isso gera também o desenvolvimento de toda a região”, afirmou.
O parlamentar ressaltou que o repasse de verbas de subsídios para as construtoras está atrasado e tem dificultado, inclusive, o pagamento de funcionários.

“As associações da construção civil de todo o País estão desde ontem em Brasília para conversar com representantes do Governo Federal e parlamentares para buscar uma alternativa que não prejudique as empresas responsáveis pelas obras. Isso gera desenvolvimento para os pequenos municípios desse País”, disse, ressaltando que espera que o Governo Federal reveja o corte no orçamento.

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