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Sarto anuncia debate na AL sobre cortes na educação

quarta-feira, 15 de maio 2019

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT), anunciou, ontem, durante a sessão plenária, que, no próximo dia 31 de maio, o segundo expediente será destinado a debater os cortes na educação, por parte do Governo Federal.

Segundo o parlamentar, o evento vai contar com a participação de deputados federais e representantes de instituto de educação. “Desde já convido todos os parlamentares para esse debate que será apartidário. Queremos examinar os números e discutir os rumos da educação brasileira”, assinalou.
Para Sarto, a educação deve ser entendida como o caminho que toda nação e país deve seguir para se libertar. “Estamos indo na contramão da história, negando a educação, o ensino superior. O grande avanço da humanidade ocorreu com a revolução científica. Quando se investe em pesquisa, conseguimos dar um salto de séculos na história da civilização.”

Em abril, o ministro da Educação Abraham Weintraub anunciou o congelamento de 30% das verbas de custeio de universidades e institutos federais.
Plenário
Também durante a sessão, em pronunciamento, o deputado Romeu Aldigueri (PDT) citou os cortes na educação, por parte do Governo Federal. O parlamentar enfatizou a necessidade de debater o tema e buscar alternativas que possam evitar desgaste da educação. “Os cortes do MEC pelo Governo Federal repercutiram negativamente em todo o Brasil e exterior. Os pesquisadores temem o futuro e devem buscar financiamento em outros países”, salientou.

O deputado destacou uma reunião do governador Camilo Santana, com deputados federais, reitores das quatro instituições federais de ensino superior no Estado, além do senador Cid Gomes. “Ontem, no Palácio da Abolição, foram discutidas ações que possam reverter esse bloqueio anunciado pelo presidente Bolsonaro. Camilo Santana espera que o Governo Federal possa manter recursos disponíveis para que as instituições mantenham seus investimentos sem causar prejuízo para alunos e servidores”, assinalou.

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