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Vereadores alertam para avanço de zika e chikungunya

quinta-feira, 20 de abril 2017

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O aumento da incidência de dengue, zika e chikungunya no município de Fortaleza acendeu o sinal de alerta na Câmara Municipal. Vereadores solicitam mais informações da Prefeitura e pedem a colaboração da população no combate aos focos do mosquito aedes aegypti.
Falando pela oposição, o vereador Guilherme Sampaio (PT) chamou atenção para o crescimento “alarmante” de casos de chikungunya no Ceará. De acordo com o parlamentar, houve um aumento de 722% nos últimos dois meses.

O petista sugeriu que o prefeito Roberto Cláudio (PDT) adote um conjunto de medidas para combater essa situação. Ele lembrou que, no governo passado, a então prefeita Luizianne Lins (PT) chamou os vereadores para visitarem bairros junto com ela para fazer mobilização popular, para passar a mensagem ao cidadão. “Está faltando isso!”, comentou ele, lembrando que “é preciso que o prefeito faça coisas simples, que disponibilize repelentes nos postos de saúde, que apresente o programa do Fumacê, por exemplo”.

“Nem os agentes têm direito a repelente, eles têm direito apenas ao protetor solar, e nem isso estão recebendo. Vou fazer um requerimento para que a secretária Joana apresente qual é o plano de contingência para o enfrentamento da zika e outras patologias, e como está sendo executado esse plano”, frisou ele, em crítica ao fato de que agentes de endemias não recebem, da prefeitura, repelentes ao mosquito.
Guilherme comentou que a proliferação do mosquito está atingindo todas as áreas e que postos de saúde e hospitais particulares e públicos estão superlotados por conta do mosquito.

O vereador Evaldo Costa (PRB) também chamou atenção dos demais parlamentares e do Poder Executivo para a incidência dos casos de doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti. “Antes, tínhamos o carro fumacê que circulava na cidade. Hoje, não vemos mais. Precisamos tomar uma atitude. Faço aqui um apelo à Comissão de Saúde desta Casa Legislativa e à secretaria da Saúde, pois a informação que recebemos é que episódios como esse têm acontecido em várias unidade”, frisou.

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