sábado, 21 de setembro de 2019.
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Afif e Chalita serão novos paulistas no ministério

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

terça-feira, 22 de janeiro 2013

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• Fontes do Palácio do Planalto confirmaram nesta segunda-feira que o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) deverá ser convidado para o cargo de ministro de Ciência e Tecnologia, e o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), para o Ministério de Micro e Pequena Empresa. A indicação de Chalita foi antecipada nesta coluna em dezembro, e a de Afif na nossa edição da última sexta-feira (18).

• Aviso prévio – Dilma já avisou o atual ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, que vai precisar do seu cargo para fazer “composição política”.

• Alívio mútuo – Afif não terá dificuldades de trocar a vice-governadoria pelo ministério: Sua relação com o governador Geraldo Alckmin é a pior possível.
• Fibra de campeão – Não é pouca porcaria Lula superar Paulo Maluf na votação da internet para o troféu “Algemas de Ouro” de político mais corrupto de 2012.

• Pergunta no Itamaraty – Serão cor de rosa e não vermelhos, os passaportes diplomáticos que uma entidade de gays, lésbicas e transsexuais também quer ganhar?

Denunciados pela PF
ainda produzem pareceres

• Os procuradores da Advocacia Geral da União (AGU) denunciados na operação Porto Seguro, da Polícia Federal, continuam trabalhando normalmente, e produzindo mais pareceres. A operação revelou tráfico de influência um esquema de corrupção, com a compra de pareceres que ajudavam empresas com interesses no governo. A corregedoria da AGU garantiu que concluiria os processos disciplinares neste dia 23.

• Daqui não saio – O ministro Luís Inácio Adams (AGU) se finge de morto desde a operação Porto Seguro. Sumido, pouco aparece em eventos públicos.  

• Corta essa – A estatal Infraero deu um “choque de gestão”: proibiu férias de diretores e superintendentes nas festas e em todo o mês de janeiro.

• Dinheiro sobrando – Faltam cadeias, mas o Ministério da Justiça liberou R$ 25 milhões para a construção do Memorial da Anistia Política, em Belo Horizonte (MG).   

• É guerra! – O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos de Nardi, e outros seis generais vão à Rússia comprar um sistema de defesa antiaéreo contra possíveis ataques terroristas na Copa de 2014.

• Pressão indevida – A cúpula do Congresso recebeu denúncias de que lobistas ligados ao ministério público estariam insinuando retaliação contra parlamentares que aprovem a emenda constitucional nº 37. A PEC confirma que as polícias Federal e Civil é que têm competência para investigar crimes.

• Admiração nacional – O alagoano José Wanderley Neto, discípulo de Euryclides Zerbini, é citado pelos próprios colegas entre os cirurgiões cardiovasculares mais admirados do Brasil, segundo o anuário Análise Saúde, já nas bancas.
• Sem transparência – A Federação Nacional dos Policiais Federais reclama que a PF ignora a Lei de Acesso à Informação, bloqueando no Portal da Transparência dados sobre as diárias de R$ 81,4 milhões. O decreto 7.689/12 prevê sigilo de gastos nas operações policiais, mas só até serem concluídas.

• Novas ameaças – Adversários de Renan Calheiros (PMDB-AL) agora citam nomes da base aliada para disputar contra ele a presidência do Senado. São citadas as senadoras Lídice da Mata (PSB-BA) e Ana Amélia (PP-RS) 

• Voo do desrespeito – Está feia a coisa na TAM. Acomodada na sétima fila, uma passageira do voo 3024, do Santos Dumont (Rio) para Brasília, ontem, recebeu o lanche de bordo (um biscoito) e pediu coca-cola normal. Resposta da comissária: “Normal não tem mais, deu apenas para meio copo”.

• A bolsa da vida – A deslumbrada primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, provocou nova polêmica exibindo em sua página na internet uma bolsa “Birkin” da grife francesa Hermès, avaliada em R$30 mil. Ministra da Casa Civil, Dilma teve que explicar, em 2009, que sua “Birkin” era “réplica italiana”.

• Maratona – Em campanha para presidir a Câmara, Henrique Alves (PMDB) adiou visita, ontem, ao Pará por falta de quórum: a maioria da bancada estava fora. Vai ao Recife e Fortaleza, e depois para João Pessoa e Salvador. 

O PODER SEM PUDOR
Memória seletiva

José Maria Alckimin, a mais célebre das “raposas políticas” mineiras, era secretário de Estado e foi ao interior inaugurar obras. Cometeu o erro de esquecer o deputado da região, que depois o procurou para se queixar. O malandro arranjou uma desculpa em cima da bucha:
– “Esqueceu”, não! Não te chamei porque sabia que a cidade não tem um hotel digno de te hospedar!

• COM TERESA BARROS E TIAGO DE VASCONCELOS

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