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Água residual

Tarcília Rego

Colunista - O Estado Verde

terça-feira, 14 de março 2017

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No dia 22 de Março comemora-se o Dia Mundial das Águas. Celebrado anualmente, desde 1994, a Organização das Nações Unidas (ONU) escolhe um tema central para as comemorações, são campanhas educativas e de conscientização.

Para 2017, a ONU definiu que as discussões serão sobre Água Residual, aquela resultante de algum processo, como o industrial, e que geralmente pode ser reutilizada para fins que demandem menos qualidade (resfriamento de equipamentos, por exemplo).

Em especial este ano, no Brasil, estamos comemorando 20 anos da Lei 9.433/19, também conhecida como Lei das Águas. O instrumento legal instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh).
Em comemoração a essas datas, o Ministério do Meio Ambiente promove uma série de atividades (seminários, corrida, passeio ciclístico, etc.) em Brasília (DF) com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a água e a crise hídrica.

A água é considerada um bem de domínio público e um recurso natural limitado, dotado de valor econômico. A Lei prevê que a gestão dos recursos hídricos deve proporcionar os usos múltiplos do recurso, de forma descentralizada e participativa, contando com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades.

Pesticidas matam 200mil pessoas por intoxicação aguda, todo ano, alerta a ONU. O pior, cerca de 90% das mortes ocorrem em países em desenvolvimento – onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis. A exposição crônica aos pesticidas tem sido associada ao câncer, ao Alzheimer e Parkinson, bem como a distúrbios hormonais e de desenvolvimento e esterilidade.
A Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) tomou uma decisão pioneira para conter o impacto das emissões de gases do efeito estufa, gerados pelo setor.

No último dia 3 adotou novo padrão para emissões de dióxido de carbono das aeronaves que será aplicado para novos designs de jatos e aviões planejados a partir de 2020 e para aparelhos que já estarão em produção a partir de 2023.

Com o propósito de incentivar a moda sustentável, a grife ZARA acaba de lançar nova coleção que além de manter a qualidade dos tecidos e contribui para a pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de matérias-primas e tecnologias na produção de suas peças.
As peças, já disponíveis nas lojas de todo o país, combinam materiais reciclados com matérias-primas mais naturais e são desenvolvidas a partir de algodão orgânico, lã reciclada e Tencel, um tecido feito da celulose de madeira proveniente de florestas certificadas. Além disso, o processo de produção consume menos água e energia.

Frente Parlamentar Ambientalista, CNBB e Ministério do Meio Ambiente realizam amanhã (15) cerimônia de oficialização de apoio à Campanha da Fraternidade 2017 – Biomas brasileiros e a defesa da vida.
Espero que se lembrem da Caatinga. Até o momento, não vi ou ouvi, nenhum sermão sobre a campanha falando do nosso bioma, inclusive o cântico. Parece que no país só existe Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.

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