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Almoço pela natureza

Tarcília Rego

Colunista - O Estado Verde

terça-feira, 16 de maio 2017

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A Lei 9.985/2000 institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Snuc) e deixa claro que unidades de conservação (UCs) podem ser entendidas como uma maneira especial de ordenamento territorial e não como um entrave ao desenvolvimento econômico e socioambiental, reforçando o papel sinérgico das UCs no desenvolvimento econômico e socioambiental local.

Com esse pensamento, o empresário Júlio Sales, da SS&B Construtora, reunirá próximo dia 21, no entorno da Lagoa da Precabura, grupo de convidados formadores de opinião, para um almoço. No centro do encontro discussão sobre a conservação e promoção do uso sustentável da lagoa e a criação de uma Apa ou área de Preservação Ambiental.

Entre os convidados: membros da Associação do Moradores da Precabura; da imprensa; de órgão públicos e privados como o secretário estadual do Meio Ambiente, Artur Bruno, Renato Aragão da Fiec e a Dra. Maria Ozilea Bezerra Menezes, do Labomar (UFC).
A lagoa é um corpo hídrico fundamental em todo e qualquer ecossistema. A Precabura, por exemplo, é considerada o maior espelho d’água da Região Metropolitana de Fortaleza. O manancial sofre influência do mar, recebendo água das chuvas e dos lençóis freáticos.
A criação de uma UC exige fundamentação legal, mas exige muito mais, como por exemplo, empresário da monta de Júlio Sales, comprometido com a responsabilidade sócioambiental e o desenvolvimento local.

Relatório que avalia quanto os países terão de investir para cumprir a Agenda 2030 da ONU, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) aponta que seus Estados-membros precisam ampliar a arrecadação de impostos se quiserem realmente acabar com a pobreza e promover o desenvolvimento sustentável nos próximos 13 anos. Organismo critica políticas de incentivo fiscal e falta de taxação progressiva sobre a renda.

Pão de Açucar São João. Causa-me espanto pedintes “estabelecidos” nas entradas e saídas do supermercado, na Aldeota. Seja pela Rua Antônio Augusto como pela Avenida Santos Dumont, costumeiramente, estão ali, uma situação que há tempos, repete-se. É constrangedora e preocupante.
Claro que a responsabilidade não é só do empreendimento, pessoas pedindo esmolas é uma característica da nossa sociedade, muito em decorrência, principalmente, da má destruição da renda. Mas, eu tenho sempre a expectativa de que o PA tomará uma atitude, um movimento que seja, referente à questão, e demonstre comprometimento com a sociedade local.

Animais ganharam novo status em Portugal: desde 1º de maio, deixaram de ser coisas e passaram à classificação “seres vivos dotados de sensibilidade”. A nova legislação busca aumentar a proteção aos bichos e evitar casos de maus-tratos.
Quem se comprometer a cuidar de um animal passa a ter a obrigação legal de assegurar seu bem-estar e qualidade de vida. Ficando assim implícito o dever de manter as vacinas e consultas em dia.
Em caso de divórcios e separações, a guarda dos bichos de estimação, pode acabar sendo decidida por um juiz em caso de separação litigiosa.

Pense: Todos os obstáculos se apressam em sair do caminho daquele que sabe o que quer.

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