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Capacitação

Rubens Frota

Colunista - Economia

sexta-feira, 12 de Janeiro 2018

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O Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado realizará, de 22 a 25 deste mês, na Casa da Indústria, o curso “Importação: Competitividade e Eficiência”. O objetivo da capacitação é apresentar a importação como um diferencial estratégico para as empresas cearenses por meio de ganho de competitividade, através da redução de custos na aquisição de insumos e matérias-primas para o processo produtivo. Para tanto, o treinamento apresentará as informações das rotinas administrativas relativas aos trâmites nas operações.

O público-alvo da capacitação são empresários, gestores e funcionários das áreas comercial, administrativa, operacional e fiscal, além de despachantes aduaneiros e demais prestadores de serviços, profissionais liberais e todos os envolvidos direta ou indiretamente com as atividades de importação. O treinamento será ministrado por Paulo Elias, mestre em Administração e Controladoria pela Universidade Federal do Ceará; Sócio da Ghia Assessoria e Consultoria em Comércio Exterior, tendo atuado por 15 anos como diretor de importação do grupo GAC. O conteúdo do curso é extenso, abordando desde tópicos introdutórios (como e o caso dos entes do comércio exterior brasileiro e a estrutura logística no Ceará), passando pelo credenciamento e habilitação para importar; negociação e análise dos documentos; a formatação da importação; o controle administrativo no comércio exterior; os aspectos tributários; e os procedimentos aduaneiros e fiscais.

Deficit
Os analistas das instituições financeiras reduziram de R$ 155 bilhões para R$ 153,94 bilhões a estimativa para o deficit primário do Governo neste ano, segundo informou o Ministério da Fazenda. A expectativa está no mais recente levantamento mensal feito pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, divulgado dentro do chamado “Prisma Fiscal”. O deficit acontece quando os gastos do Governo superam a arrecadação com impostos e tributos. Como se trata de um déficit primário, a conta não considera as despesas do Governo com o pagamento de juros da dívida pública. O valor do déficit estimado pelo mercado está abaixo da meta, ou seja, do teto para o rombo nas contas públicas previsto para 2018, que é de até R$ 159 bilhões.

Meta
Assim, para os analistas, o Governo vai conseguir cumprir a meta fiscal.
Para 2019, o mercado financeiro baixou de R$ 125,51 bilhões para R$ 120,96 bilhões a previsão para rombo das contas públicas. A nova estimativa segue abaixo da meta fiscal do Governo para o ano que vem, que é de déficit primário de até R$ 139 bilhões. safra de grãos do próximo ano deverá ser 6,8% menor do que a de 2017, de acordo com as previsões do IBGE. A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi estimada em 224,3 milhões de toneladas. É o terceiro prognóstico divulgado pelo órgão.
A queda deve-se, principalmente, às menores produções esperadas para o milho (15 milhões de toneladas) e para a soja (2,7 milhões de toneladas).

Seguro-desemprego
O valor da maior parcela do seguro-desemprego passa a ser de R$ 1.677,74 segundo o Ministério do Trabalho. O benefício máximo aumentou em R$ 34,02 em relação ao valor antigo (1.643,72) e é pago aos trabalhadores com salário médio acima de R$ 2.467,33. O reajuste das parcelas do seguro-desemprego é feito todos os anos pela variação do INPC do ano anterior. Em 2017, o INPC acumulou alta de 2,07%.

Inadimplência
A inadimplência do consumidor caiu 3,5% em 2017, de acordo com os dados nacionais da Boa Vista SCPC. Em dezembro ante novembro, o recuo foi de 4,5%, com ajuste sazonal. Na comparação com igual mês de 2016, o indicador caiu 6%. Por regiões, a maior queda na inadimplência em 2017 foi registrada no Nordeste, de 5,4%. Em segundo, apareceu o Sudeste (-3,9%), seguido de perto por Centro-Oeste (-3,3%) e Norte (-3 0%). Já o Sul do País registrou aumento de 0,6% na inadimplência no ano passado.

Renegociação
O Tesouro Nacional divulgou ontem o balanço informando que 18 estados solicitaram a renegociação das dívidas com a União, no valor total de R$ 458,9 bilhões. Os pedidos foram todos aprovados. Nas contas do Tesouro, isso deverá resultar em uma redução potencial no fluxo de pagamentos da dívida com a União de R$ 44,7 bilhões de julho de 2016 e junho deste ano.

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