sexta-feira, 19 de julho de 2019.
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Corpo-mole de Maia virou inspiração no Governo

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

sexta-feira, 12 de abril 2019

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Caso de a gente ir pra rua e quebrar tudo
Candidato derrotado Ciro Gomes, ameaça com violência a privatização do BB e Caixa

Em vez de irritação, o mais recente mimimi do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), com ameaças veladas à reforma da p revidência, transformou-se em motivação. Agora, para a turma que atua na articulação do governo Bolsonaro, é questão de honra viabilizar a aprovação da PEC ainda que Maia faça corpo-mole. Há dias, ao ser indagado sobre articulações da reforma, Maia lavou as mãos: disse que o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) é quem tinha de responder isso.

Mulher de malandro
Maia disse ainda que não é mulher de malandro para ajudar na reforma enquanto “apanha” dos apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.

Desejo difícil
É como se agora Rodrigo Maia exigisse de Bolsonaro “imunidade” junto aos seus milhões de seguidores nas redes sociais.

Sem onda
A orientação é não entrar na “onda” de Maia . Por isso, logo após o mais recente chororô, só ouviu elogios do presidente, no ato dos prefeitos.

Nada de pretextos
O plano dos articuladores do Governo é não dar pretextos para Maia se afastar, tampouco dispensar sua ajuda na aprovação da reforma.

É mole?
O cidadão foi orientado a ir à junta militar inserir os dados no sistema e ainda teve de pagar R$ 17,08 pela segunda via do documento que já possuía.

Na prática, sem teoria
A PF afirma oficialmente que “de posse do documento original” dados podem ser preenchidos normalmente. Na prática, a teoria foi ignorada.

Até na PF
Indignado, o cidadão diz não acreditar que a “desculpa do sistema fora do ar”, ouvida em vários órgãos públicos, chegou à Polícia Federal.

Páscoa em cana
Ainda sonhando com a reversão da condenação no caso do tríplex no STJ, Lula viu o julgamento do recurso adiado para depois da Páscoa. É que, por motivos pessoais, o ministro Marcelo Dantas faltou à sessão.

Sem tolerância
No 101º dia de governo Bolsonaro, a rede inglesa de notícias BBC e outros veículos já decretaram o fim do período de “lua de mel” da população brasileira com o presidente Jair Bolsonaro.

Nada de jabuticabas
Comissão que analisa abertura do setor aéreo a empresas estrangeiras teve outra reunião adiada. Favorável, o relator, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), já rejeitou 21 enxertos à MP que moderniza a aviação civil.

Safra recorde
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou ontem a estimativa da colheita 2018/2019 em 235,3 milhões de toneladas, resultado que deve ficar entre os recordes de safra na História do país.

Memória de elefante
Em dia de críticas ao fundo bilionário da Lava Jato, o deputado Rogério Correia (PT-MG) mostrou que não esqueceu o powerpoint de Lula. “Se fizermos uma CPI disso, o Deltan Dallagnol sairia daqui preso”, disse.

Conta com o pior
A líder do Governo, Joice Hasselmann (PSL-SP) não quer “viagenzinhas prolongadas de deputados com a família” atrapalhando a PEC da previdência. Ela se diz disposta a trabalhar até na madrugada.

Forma fácil
O diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Souza, defendeu ontem, o caso de emissoras de cartões crédito. Segundo ele, “o cartão de crédito tem que ser usado desta forma: pague no dia da fatura.” Para quem recebe mega salários do Governo, essa forma é fácil.

Consciência cívica
Para evitar fake news sobre ações Legislativas e Judiciárias, a Câmara Municipal de João Pessoa fechou parceria com o TRE para integrar ações em escolas públicas e explicar a jovens a função de cada poder.

Pergunta nos corredores
Seria o recém-descoberto buraco negro o paradeiro do sumido ex-senador e deputado federal Aécio Neves?

Ao participar de um painel na Conferência dos Advogados, em Floripa, certa vez, o jurista Ives Gandra Martins arrancou risos ao fazer uma analogia entre o aumento da carga tributária brasileira e a passagem bíblica em que Pedro informa a Cristo que os romanos estão cobrando impostos aos nativos de Israel. Cristo manda Pedro pegar um peixe e pagar o imposto. – Qual a lição com esse fato? Primeiro, que a carga tributária em Israel já era injusta, sendo incomensuravelmente menor que no Brasil; e segundo que, para pagar os tributos, Cristo foi obrigado a fazer milagres…

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