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Desastres Naturais

Tarcília Rego

Colunista - O Estado Verde

terça-feira, 10 de outubro 2017

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Amanhã comemoramos o Dia Internacional para a Redução dos Desastres Naturais. Ainda não deu para esquecer a gigantesca tempestade de categoria 4 ou Furacão Harvey, que, no início de setembro, atingiu o Texas, nos Estados Unidos, e nem o terremoto que assolou o México, em especial a Capital daquele país, matando mais de 200 pessoas e deixando centenas de desaparecidas.

Os desastres naturais são fenômenos da Natureza com magnitudes amplas e variadas que nos enchem de perplexidade e temor, a exemplo dos furacões, terremotos, tsunamis, chuvas torrenciais, etc. Ocorrem pela combinação de três fatores: exposição, perigo natural e vulnerabilidade.
O Brasil pode até não sofrer com tsunamis ou terremotos de grande magnitude, mas a cada ano, o País fica mais vulnerável, perde vidas e tem prejuízos econômicos devido a inundações, deslizamentos de terra e outros desastres.

Ações preventivas das prefeituras e/ou governos resolveriam mais de 50% desses problemas. Na prática essas ações são lentas e poucas. De acordo com a ONU, criadora do Dia, para reduzir riscos, devemos construir infraestrutura, escolas, hospitais, sistemas de água e esgoto e governos resilientes. Estamos longe dessa realidade.
O Relatório de Danos Materiais e Prejuízos Decorrentes de Desastres Naturais no Brasil (2016), publicado pelo Banco Mundial, aponta que as secas são os fenômenos reportados pelos municípios com maior frequência. Representam 48% dos registros e ocorrem mais nas regiões Nordeste e Sul.

Seminário Hospitais Saudáveis (SHS) que acontece simultaneamente à III Conferência Latino-Americana da Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis (CLAHVS) começou ontem, em São Paulo, no Centro de Convenções Rebouças.

Há 10 anos, o Projeto Hospitais Saudáveis (PHS) trabalha junto a membros, organizações de saúde brasileiras e apoiadores no incremento da eficiência ambiental do setor saúde, bem como no enfrentamento dos principais desafios da saúde pública e ambiental.
O pediatra americano, Jeffrey Thompson, assessor executivo e diretor executivo emérito do Sistema de Saúde Gundersen Health, um dos fundadores da Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis. O Gundersen é um dos sistemas de saúde dos EUA que mais investe em sustentabilidade ambiental e por desenvolver soluções inovadoras e resilientes em suas unidades hospitalares.
Maria Dias, secretária executiva da Sema , participará da Exporesíduos 2017, na Colômbia. Ela vai apresentar o trabalho de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos no Estado do Ceará. Exporesíduos 2017 ou Feira e Seminário Internacional de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Perigosos, já está na 9ª edição, acontece de 10 a 13, em Medelin.

O brasileiro José Graziano, diretor-geral da FAO, foi o primeiro a discursar, ontem, na Abertura do Comitê de Segurança Alimentar Mundial (CFS). O Comitê é uma plataforma internacional líder para discussões políticas relacionadas à segurança alimentícia e nutricional global.
Dia 15, começa em São Paulo o Congresso Mundial IDA. Reconhecido como o principal evento mundial da indústria de dessalinização e reuso da água traz como tema o IDA 2017 é: “assegurar seu futuro de água” . Serão quatro dias de sessões técnicas, palestras, mesas-redondas, workshops.

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