sexta-feira, 20 de setembro de 2019.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

"você jamais será livre sem uma imprensa livre." - Venelouis Xavier Pereira

Deseducação, vergonha e desculpas

Macário Batista

Colunista - Política

quinta-feira, 29 de agosto 2019

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O presidente do Brasil-PSL, postou ofensas à mulher do Presidente da França. Mexeu com uma mexeu com todas, diz o velho adágio popular. B., está tendo que ouvir o que não gosta, eis que não suporta críticas. Mulheres brasileiras, na França, reagiram e a reação se espalhou pelo mundo. Dois grupos de brasileiras de Paris, na internet, lançaram abaixo-assinados se solidarizando com Brigitte Macron. O “Grupo Mulheres do Brasil”, seguido por mais de 16 mil pessoas, se posicionou sobre as ofensas de Bolsonaro a Brigitte Macron. Um manifesto postado nas redes sociais do grupo em Paris, e nos mais de 40 núcleos espalhados pelo Brasil e no mundo, repudia a atitude do presidente brasileiro. Eis o abaixo-assinado que, se me permitem, assino junto com o meu pedido de desculpas a Brigitte.” O Grupo Mulheres do Brasil, por meio de seu núcleo de Paris, manifesta apoio à primeira-dama da França, Brigitte Macron. Repudiamos qualquer tipo de atitude sexista ou machista e achamos que o dever de um presidente é repelir comportamentos deste tipo em vez de referendá-los. Somos um coletivo de 40 mil mulheres brasileiras de todas as idades, raças, credos e classes sociais, de diferentes cidades do Brasil e do exterior. De forma suprapartidária e a favor do diálogo, nos colocamos à disposição do presidente Jair Bolsonaro para apresentar dados sobre desigualdade entre gêneros, violência contra a mulher e misoginia, e também para pontuar modelos de políticas públicas que contribuem para a redução das disparidades, do preconceito e das taxas recordes de feminicídio que o Brasil coleciona.” O “Brasileiras de Paris”, que tem quase cinco mil integrantes, publicou, uma carta em francês, endereçada a Brigitte Macron. No texto, elas exprimem, como cidadãs brasileiras, “solidariedade e indignação”. O grupo afirma que a atitude “desprezível” do presidente brasileiro é “preocupante e vergonhosa”. As declarações “misóginas, discriminatórias e grosseiras do presidente desonram o povo brasileiro”. Bolsonaro, assim como sua política, “não nos representam”, escrevem as “Brasileiras de Paris”.

 

Frase: “Minha gente, chega de ‘idadismo’!” Foi o pito que, em tom de graça, o urologista Eduardo de Paula Miranda, da Universidade Federal do Ceará, deu nos colegas que assistiam à sua apresentação sobre a fisiologia do envelhecimento sexual,no seminário de Urologia, esta semana em Curitiba. Sexo aos 90? Ora, é só triscar.

Agiotagem. A Polícia botou a mão em agiotas que agem em Fortaleza e alguns em Maracanaú. Talvez a Polícia nem saiba, mas há  uma gangue de bolivianos agindo em Aquiraz, fazendo ameaça quando o cliente atrasa meia hora e pagar o juro e o principal do dia. A cobrança é diária. Os colombianos estão aqui em situação irregular.Coisa pra PF.

O choro de Heitor
O deputado estadual Heitor Férrer (SD) lamentou em suas redes sociai..a falta de apoio dos demais parlamentares da Assembleia à sua proposta de instalação de uma CPI para fins de apuração de baixa durabilidade do pavimento asfáltico das rodovias estaduais entregues pelo Governo do Estado do Ceará desde 2010.
Os a favor
Dos 46 deputados, apenas seis assinaram o requerimento: Vitor Valim (PROS), Fernanda Pessoa (PSDB), Tony Brito (PROS), Renato Roseno (PSOL), André Fernandes (PSL) e Delegado Cavalcante (PSL). Seriam necessárias 12 assinaturas para que a matéria fosse aceita pela Casa Legislativa.
Tapete puxado
“Desde a semana passada que tento coletar as assinaturas para instalar a CPI das estradas do Ceará. Só consegui seis assinaturas e, por falta de apoio, não vou conseguir instalar essa CPI que é de suma importância para investigar a qualidade das nossas estradas”, lamentou Heitor.

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