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Dnit dá contrato de meio bi a empreiteira inidônea

Cláudio Humberto

Geral

sexta-feira, 17 de fevereiro 2017

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A melhor solução é que o
plenário (do STF) decida
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia,
e o andamento do pacote anticorrupção

ODnit, órgão do Ministério dos Transportes que cuida de rodovias, contratou por quase meio bilhão (R$ 419 milhões) um consórcio para finalizar a duplicação da BR-101, em Alagoas. A licitação, de 2016, definiu o consórcio vencedor formado inclusive pela empreiteira PACS (Planejamento Assessoria Consultoria em Sistemas), declarada inidônea e proibida de contratar com poder público, no País, até 2018.

Tutti buona gente
As demais integrantes do consócio contratado pelo Dnit são Comsa e Constran, da UTC de Ricardo Pessoa, acusado de afanar a Petrobras.

Escondendo o jogo
O Ministério dos Transportes omitiu a PACS, declarada inidônea em novembro de 2016, no extrato do contrato publicado no Diário Oficial.

Contrato não cumprido
A empreiteira PACS foi declarada inidônea após ser acusada de descumprimento de contrato pelo Banco do Brasil.

Registros conflitantes
O Portal da Transparência do governo atesta que a PACS é inidônea, mas certidão do Sicaf apresentada pelo DNIT indica o contrário.

Fim da boca livre
Cineastas de festival dizem estar “apreensivos” com a substituição de diretores da Ancine. Eles estão apreensivos é com o fim da “boca livre”.

A turma do cachê
Em junho, Michel Temer já presidente, a Ancine fez a turma do filme “Aquarius”, que financiou, exibir cartazes “contra o golpe” em Cannes.

Amantes de tetas
O PCdoB premia com cargos na Ancine antigos militantes obrigados a deixar entidades que também “aparelham”, como UNE, Ubes etc.

Primeira-dama do Brasil
No antigo número de celular, a primeira-dama Marcela Temer aparece com a mensagem pessoal “Não posso falar, somente WhatsApp”, e com uma imagem da bandeira do Brasil como foto de perfil.

Decisão degradante
O Supremo Tribunal Federal é sensível ao “sofrimento” de bandidos que a Justiça consegue encarcerar, equivalentes a 5% dos crimes cometidos. Mas não mandou indenizar pessoas de bem nas filas dos hospitais ou nas palafitas da periferia por “tratamento degradante”.

Arthur está doente
O ex-senador e prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), anunciou que no dia 3 vai se operar de câncer de próstata, mesma doença que vitimou seu pai. Ele confia que ficará “150% curado”.

Acervo milionário
Está exposto no Centro Cultural Banco do Brasil um belo óleo sobre tela do artista pernambucano Cícero Dias, avaliado em R$300 mil, uma das 1.200 telas apreendidas com Márcio Lobão, filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA). O acervo é um dos mais valiosos do País.

Líder em insegurança
Especialista em blindagens, Glauco Splendore fez uma revelação assustadora em artigo para o Diário do Poder: o Brasil superou os 160 mil carros blindados e virou líder mundial, ultrapassando EUA e México.

É o Governo
Em “O Leviatã”, que serviu de inspiração para batizar a nova fase da Lava Jato, o filósofo Thomas Hobbes disse em que o “homem é lobo do homem”, comparando o Estado a um ser humano artificial criado para a própria defesa e proteção.

Acertado e escolhido
O diretor-geral da PF, Leandro Daiello, já escolheu o delegado que vai substituir Márcio Anselmo, que pediu para sair da Lava Jato por esgotamento físico e mental. Será corregedor-geral em Vitória.

Transparência?
O Ministério da Transparência não atualiza o site da Transparência desde o ano passado e continua batizado de “CGU” na internet. O nome “Controladoria-Geral da União” foi extinto com o governo Dilma.

Pensando bem…
…após indenizar bandidos que reclamam de cadeias desconfortáveis, agora só falta premiar com dinheiro os que cometem crimes.

A pirotécnica “Força Nacional de Segurança” fez lembrar ao jornalista Arael Costa, professor da UFPb, a adesão de uma tropa de cavaleiros gaúchos ao “movimento pela legalidade” chefiado pelo governador Leonel Brizola. Após ordenar sua incorporação à Brigada Militar, Brizola indagou ao líder:
– Então, sua tropa é mesmo boa de briga?
– Bom – respondeu o homem – de briga não sei, não. Mas de dança, tchê…

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