terça-feira, 16 de julho de 2019.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

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E se o VAR fosse pra política?

Macário Batista

Colunista - Política

sexta-feira, 21 de junho 2019

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Na semana, o VAR anulou dois gols da seleção brasileira de futebol. O VAR está estragando um dos fundamentos mais importantes do futebol; a discussão em ruas, praças e avenidas do Brasil. O bom do futebol é a dúvida, o gol de mão, o impedimento, a dedada que o juiz não viu. Aí as paixões sobem ao telhado do disse-me-disse e o Floresta ganharia fácil da Seleção do Uruguay em jogo da Libertadores. Inventaram o VAR e acabaram com a emoção até do narrador de futebol que tem no gogó a dúvida de gritar ou não gritar gol, opinar ou não se foi impedimento, achar ou não que a porrada foi falta e que merece cartão amarelo ou cartão vermelho. Cê entendeu? Pois bem; depois de assistir essa porcariada que é o VAR destruindo paixões no nascedouro, fiquei matutando como seria se o VAR fosse levado pra política. Neguim é acusado de fazer campanha antes do tempo: chama o VAR e resolve na hora se o candidato para ou continua. Foi cantar no coro da igreja e pedir voto? Chama o VAR. Está comprando voto? Chama o VAR. Tudo resolvido na hora, diferentemente do que se faz hoje onde eleitor vê a candidatura fazer e acontecer, ser acusada formalmente na justiça eleitoral, depois ser eleita, tomar posse, concluir o mandato e só então aparecer um órgão qualquer dizendo que houve erro e que… blá, blá, blá. Cê entendeu? Como vai sua vida? Tem alguma coisa nela pra acionar o VAR?

 

Abertura da exposição Veredas do Sertão
“Se eu contar a minha história, todos vão se admirar\No dia que vim embora não marquei dia pra voltar/Com muitos calos na mão, vaqueiro era profissão/Eu vim do sertão pra cá”.Com versos próprios, Chico Neto Vaqueiro, de Pentecoste, marcou a sua participação na abertura da exposição “Veredas do Sertão”, organizada pelo Memorial Pontes Neto (Malce) da Assembleia Legislativa do Ceará, e o gabinete da deputada Patrícia Aguiar (PSD), 3ª secretária da Casa.

A volta do
cobrador
Larissa Gaspar apresentou na Câmara Municipal um projeto de emenda à Lei Orgânica de Fortaleza, prevendo que os ônibus que integram o sistema de transporte coletivo da Capital tenham, no mínimo, mais um funcionário, além do motorista.

Além da passagem
Esse funcionário seria necessário, não somente para cobrar passagens, mas, principalmente, para melhorar a qualidade do sistema de transporte coletivo, auxiliando pessoas com deficiência, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo.

Apartamentos
novos não
têm garagem
As voltas que o mundo dá: em São Paulo, quatro em cada dez apartamentos novos não têm garagem porque mais gente está usando transporte público e mobilidade ativa.

Prova que eu renuncio
O deputado estadual Nezinho Farias (PDT) afirmou que renuncia ao seu mandato se os integrantes do Ministério Público ou da Assembleia, encontrarem alguma veracidade na denúncia feita pelo seu colega, deputado André Fernandes.

Em compensação
Nezinho Farias peitou André Fernandes que o acusou de membro de facção criminosa: “Agora, eu quero saber, de quem fez essa denúncia, se não sendo comprovada, se ele tem a coragem de renunciar ao mandato?”

No mínimo,
“ética”
A bancada do PDT prepara uma representação contra André Fernandes no Conselho de Ética da Casa. Outros partidos já teriam demonstrado interesse em fazer o mesmo, como é o caso do PSDB e o Solidariedade, segundo o presidente José Sarto.

Chumbo grosso
Diz que no Graça, no pé da Serra Grande, a polícia achou um depósito cheio de explosivos, chumbo e farto material para a bandidagem promover festivais de assaltos e coisa e tal. O dono do negócio está sob suspeição da polícia e investigado.

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