quinta-feira, 27 de junho de 2019.
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Embratur diminui presença do Brasil no mundo

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

segunda-feira, 14 de janeiro 2013

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• À frente de políticas de turismo, a Embratur praticamente não justificou sua existência em 2012, sobretudo na missão de divulgar o Brasil no exterior. Talvez abatido com a morte do filho, vítima de negligência em hospital de Brasília, o presidente da autarquia, Flávio Dino, diminuiu e até cancelou a presença do Brasil em feiras internacionais de turismo, como a célebre BIT de Milão (Itália), da qual participava havia 20 anos. Isto às vésperas da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.

• Dormindo no ponto – A Embratur reduziu para um terço seu espaço na Bolsa de Turismo de Lisboa, cuja empresa aérea TAP é a que mais voa para o Brasil.

• Turistas para quê? – O Brasil também se ausentou da Top Resa, único evento de turismo no mercado francês, e reduziu à metade sua presença na Fitur de Madri.
• Ignorando a clientela – Por decisão da Embratur, o Brasil reduziu à metade seu espaço no ITB de Berlim, na rica Alemanha, o maior evento turístico do mundo.

• Complexo de vira-latas – Nas feiras das quais ainda participa, o Brasil ocupa espaços menores que países como Paraguai, até compartilhando estandes. Um vexame.

ONGs internacionais freiam Brasil, diz antropólogo
• Após trabalhar na demarcação de oito terras indígenas na Amazônia, o antropólogo Edward Luz denuncia que as ONGs internacionais, que se dizem defensoras de questões indígenas e ambientais, freiam por mais de três décadas crescimento do Brasil. Em entrevista à revista Infovias, Luz alerta que esses grupos manipulam as minorias para impedir o desenvolvimento do país, visto como “ameaça às superpotências”.  

• Quem está por trás – Segundo Edward Luz, esse batalhão de ONGs é orquestrado por países como EUA, Inglaterra, Dinamarca, Canadá, Noruega e Alemanha. 

• Eco-picaretas – Mestre e doutorando pela UnB, Luz explica que hoje a maioria dos grupos indígenas e ambientalistas são financiados por ONGs picaretas. 

• Falsos índios – O pesquisador denuncia ainda a existência de falsos índios. Em 2008, havia 250 demandas de delimitação de terra. Hoje, já ultrapassam 500.

• Olhar pra frente – Presidente do PT-MG, Reginaldo Lopes convenceu colegas a desistir de fazer ato de apoio ao ex-presidente Lula, alvo de denúncias: “Temos é de comemorar os 10 anos no comando do País e olhar pra frente”.

• Linha dura – Em maio, a embaixada do Brasil na Alemanha será dirigida pela primeira vez por uma mulher: a embaixadora Maria Luiza Viotti. Mineira, dinâmica, é conhecida pelo rigor com os “amigos do ócio”.

• Falta estofo – Para o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), apesar de ser um nome promissor, o governador Eduardo Campos (PSB-PE) “ainda não tem estofo” para disputar as eleições a presidente da República em 2014. 

• Ninguém mexe – O PT bate pé que não vai abrir mão dos cargos comissionados na Advocacia-Geral da União e em outros órgãos da Administração Pública. Como bem se sabe, parecer jurídico “vale ouro” na Esplanada.

• Isolada – Aumentaram as apostas de que a vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES), está de malas prontas para o PSD de Gilberto Kassab. Ela nem deu as caras na última convenção estadual do PMDB. 

• Sob sigilo – O deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC) critica governo por não divulgar com clareza os gastos com os mais de 13 mil cartões corporativos. “Além dessa gastança toda, querem esconder da população”, protesta. 

• Só se queima – Líder do PSDB, Bruno Araújo (PE) defende que seja investigada a participação do ex-presidente Lula no mensalão: “A blindagem do PT joga por terra o que sobrou da luta do partido pela redemocratização”.

• Entranhas postais – Nos Correios, o PT que aparelha a casa passou a bombardear um velho aliado interno:  a tal “momenclatura”, que, tal como ratos nos porões, domina as entranhas postais.

O PODER SEM PUDOR
Um semanal diário
O diretor do semanário mineiro O Debate, Osvaldo Nobre, encontrou casualmente em Belo Horizonte o deputado José Maria Alckimin. A velha raposa política não perderia a chance de fazer média:
– Excelente o seu jornal. Leio-o todos os dias.
– Mas o jornal é semanal, deputado – observou Nobre, com ironia.
– Para você, que o faz uma vez por semana – respondeu Alckimin, rápido no gatilho – porque, para mim, que o leio todos os dias, é diário mesmo.

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