quarta-feira, 19 de dezembro de 2018.
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Equipe de Bolsonaro discute fusão de ministérios

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

quarta-feira, 10 de outubro 2018

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Nem o PT nem o candidato Bolsonaro
Candidato derrotado do PSDB, Geraldo Alckmin, sobe no tradicional muro tucano

Entre as medidas inovadoras em discussão na equipe do candidato Jair Bolsonaro (PSC) está a fusão das áreas da Cultura, do Esporte e do Turismo em um único ministério, levando em conta a concepção moderna de viés econômico, que reconhece nesses segmentos na formação de 6 a 7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). O novo ministério pode levar os nomes das três áreas, mas podem também ganhar uma nova denominação: Ministério da Indústria do Entretenimento.

Ideia é positiva
A fusão de ministérios agrada à equipe de Bolsonaro, incluindo Stavros Xanthopoylos, professor da FGV, responsável pela área de Educação.

MEC de volta?
Especialistas em educação ligados ao Exército defendem a fusão das pastas sob o antigo nome do Ministério da Educação e Cultura (MEC).

Esporte e educação
O Esporte tem o papel da preparação física como valor de cidadania, ideia simpática ao candidato, o que fortalece a opção pelo velho MEC.

Não é mais assim
Para setores militares, cultura e esporte são ligados ou “subordinados” à Educação, mas esse entendimento é considerado superado.

Araújo fora
Presidente do Conselho de Ética que comandou o começo do fim de Cunha, José Carlos Araújo (PR), perdeu a eleição de domingo.

‘Maldição’ funcionou
Os petistas Zé Geraldo (PA) e Leo de Brito (AC) se escafederam. Aquele da tatuagem em homenagem a Michel Temer, Wladimir Costa (SD-PA), dançou.

Escaparam
Foram reeleitos Paulo Azi (DEM-BA), Sandro Alex (PSD-PR) e Júlio Delgado (PSB-MG). Marcos Rogério (DEM-RO), relator, virou senador.

Assassinos covardes
O governo brasileiro está convencido de que o vereador venezuelano Fernando Albán foi vítima de assassinato pelos meganhas da ditadura local. Ele “caiu” do prédio da polícia política de Nicolás Maduro.

Muito difícil
O senador eleito Major Olímpio (PSL-SP), muito ligado a Bolsonaro, acha “muito difícil” Renan Calheiros se eleger presidente do Senado. Os novos senadores, avalia, não aceitariam isso. Querem mudança.

Ela quer ser deputada
“Com certeza, em 2020, não”, disse Janaína Paschoal ao Bastidores do Poder, da rádio Bandeirantes, sobre eleição à prefeitura paulistana. Ela não quer outra coisa senão cumprir o mandato de dois milhões de votos.

Indignação cidadã
O deputado Vinicius Poit (Novo-SP), que apoia Jair Bolsonaro no segundo turno, espantou-se com as 300 mil adesões ao seu abaixo-assinado contra o reajuste de 16% para parlamentares. Sua meta era 100 mil assinaturas.

Armando Duas Quedas
O senador Armando Monteiro (PTB-PE) está a uma eleição de igualar a marca de um ilustre e conehcido político pernambucano, João Cleofas. Após três derrotas nas urnas, ele passou a ser chamado de “João Três Quedas”.

Te cuida, Face
O youtuber Luís Miranda (DEM-DF) saiu de Miami, onde morava há quatro anos, para ser eleito deputado federal em Brasília. Seu primeiro projeto torna Facebook e etc co-responsáveis pelas ofensas que agasalham.

Vai que é tua, Rollemberg
Derrotada na disputa pelo Governo do DF, Fátima Sousa (Psol) diz que apoiará Rodrigo Rollemberg (PSB) no segundo turno se ele atacar Bolsonaro. O governador terá de escolher entre agradar os 4% dos votos da professora ou os 936 mil votos de Bolsonaro (58%) no Distrito Federal.

Classificados de emprego
Derrotado nas urnas, outro ex-presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia (PT-RS) terá de arrumar outra coisa para fazer. Ele havia retornado ao baixo clero sem ser notado. Era deputado desde 2006.

Pensando bem…
…a situação de Haddad no segundo turno está tão complicada que até o ex-presidente Lula quer distância dele.

Dono de verve devastadora, Carlos Lacerda sabia provocar, ofender e desestabilizar os adversários como ninguém. Protagonizou debates acalorados e gargalhadas intermináveis com suas “tiradas”. Certa vez, nem mesmo Leonel Brizola, outro craque no mister, conseguiu rebater um célebre ataque do ex-governador da Guanabara: “Leonel Brizola é uma espécie de centauro, metade cavalo, a outra também…”

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